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16 de julho de 2026

O Windows 11 original como deveria ter sido no seu lançamento

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Logotipo com marca e fontes modificadas em relação ao Windows 10, bem como o papel de parece que marca esta versão do SO da Microsoft.
 

Introdução

Como eu já citei em artigos anteriores, está comprovada a importância do programa Windows Insider, lançado em 2014, para os rumos do desenvolvimento da famosa família de sistemas operacionais da trilionária empresa Microsoft, substituindo o antigo (e ultrapassado) modelo de um grupo seleto de desenvolvedores e empresas parceiras a ter acesso às possíveis novidades e ideias concebidas pela empresa de Redmond para o futuro do Windows (onde, num mundo cada vez mais dinâmico, com uma concorrência mais ferrenha de empresas igualmente poderosas - como a Google e a Apple, por exemplo - e uma clara disputa por atenção que demanda mais planejamento e uma dose de criatividade, uma quantidade limitada de recursos para conceber um produto que fica cada vez mais complexo já estava ficando inviável e já demonstrou sinais de desgaste faz não muito tempo, vide o caso do projeto Longhorn que eu tanto já falei por aqui) para um sistema mais aberto e acessível a qualquer usuário entusiasta e/ou curioso, registrado com uma simples Conta da Microsoft, a testar os novos recursos, favorecido pelo aprimoramento das velocidades de conexão de internet.

 

Windows 8.1 (para saber mais sobre ele, clique aqui).

Como eu também citei no artigo sobre o Windows 8, a primeira amostra deste novo modelo (ainda pré-Insider), que se tornou, na prática, a primeira atualização majoritária de uma versão específica do SO da Microsoft, o 8.1 (lançado em 2013), embora não tenha ajudado muito a melhorar a adoção da já questionada versão lançada no ano anterior, pelo menos serviu para a empresa de Redmond mostrar que já estava ouvindo mais e um pouco melhor seus usuários e permitiu o teste mais ágil e "com o bonde andando" (só para contextualizar, o ajuste com o produto já em produção e lançado no mercado) de melhorias que o antigo modelo de Service Pack não permitia, o que, por outro lado, acabou tornando este mesmo produto mais suscetível a imprevistos e inconvenientes, como adição e remoção de componentes com pouco (ou sem prévio) aviso e, claro, a bugs e erros, que, graças ao (ainda usado e, pode-se considerar, "quadrado" e insuficiente, embora um pouco melhorado nos últimos anos) calendário de atualizações, conhecido como Patch Tuesday, convertendo seus usuários (mesmo os que não usufruem do Insider) a testadores beta - graças às inerentes dores de cabeça periódicas - de um produto convertido ao modelo Software como Serviço - da sigla SaaS, vide as notícias que pipocam todos os meses nos sites especializados.

  

Até o final do artigo, você entenderá porque a ação que impulsionou a adesão do Windows 10 se tornou tão problemática para seu sucessor.

E quando os usuários mais informados e estes mesmos sites estavam esperando por um Windows 8.2 ou mesmo um Windows 9 para dar continuidade às melhorias esperadas e tão pedidas, eis que, em janeiro de 2015, a empresa de Redmond surpreende o mundo com o anúncio do Windows 10, com toda a história da adoção gratuita aos usuários das duas últimas versões anteriores (a 7 e a 8.1), do plano de convergência entre computador, console de jogos e mobile (que fracassou retumbantemente) e da quebra de compatibilidade que não era vista desde as mudanças do XP para o Vista, onde, ao custo de nada menos que nove atualizações majoritárias (1507, 1511, 1607, 1703, 1709, 1803, 1809, 1903/1909 e 20h1-22h2) em um período de sete anos (considerando que uma nova versão do Windows nos mesmos moldes era, em média, a cada três anos), conseguiu, de alguma forma, a manter a gigante base de usuários - na casa de bilhão - interessada e, parte dela, engajada a cada nova major, e conseguiu tornar a base do sistema mais moderna e robusta, preparada para os tempos contemporâneos que exigiam ao menos isso, ainda que a empresa de Redmond não tenha conseguido fazer tudo o que gostaria (e ao longo da análise você entenderá onde eu quero chegar).

  

Quando vi esta imagem pela primeira vez (do anúncio oficial que revelou o Windows 11 ao mundo), confesso que nem percebi a diferença da logo (achando que era só mais uma promoção para mais uma atualização majoritária do SO de 2015) e muito menos tive noção do impacto que estava por vir.

Dito tudo isso, ela também tinha prometido que o Windows 10 seria a última versão do seu SO (provavelmente inspirado pela Apple com o seu sistema para computadores Mac, o OS X - só não contava que o modelo seria alterado após tantos anos com o lançamento da versão 11, em 2020), apenas fazendo as manutenções periódicas para aprimorá-lo e, com os altos e baixos, é o que foi visto ao longo das revisões que eu citei, porém, quando estávamos nos preparando para mais uma atualização majoritária no primeiro semestre de 2021, graças às imagens de instalação preliminares lançadas desde o lançamento da versão 20h1, eis que a Microsoft surpreendeu o mundo novamente e anuncia, em meados de junho, nada menos que o Windows 11, onde, para se ter uma ideia de quão inesperada foi a notícia, chega a ser impressionante como ela conseguiu esconder no código das compilações testadas previamente todas as significativas mudanças de design e requisitos de funcionamento (que detalharei daqui a pouco -  se comparado com as pequenas melhorias divulgadas neste meio tempo) e praticamente ninguém percebeu até o vazamento da única compilação candidata, a 21996; contudo, mesmo após o lançamento da versão final (a 22000), era perceptível que foi algo concebido às pressas e sem os testes necessários que exigiam a magnitude destas novidades e, com base num projeto de terceiros lançado quase que na mesma época justamente para tentar resolver várias das inconsistências de interface, o Rectify11 (que será a base desta análise), você verá o que ela entregou e o que já poderia ter entregue mesmo naquela época e não conseguiu (e, como você começará a entender a seguir, sofre até hoje para incorporar em seu sistema).

AVISO: USE SOMENTE PARA TESTES, SENDO ESTRITAMENTE DESACONSELHÁVEL PARA PRODUÇÃO, PRIMEIRO E MAIS IMPORTANTE, PORQUE JÁ NÃO É SUPORTADO (POTENCIAIS RISCOS DE SEGURANÇA ENVOLVIDOS), SEGUNDO, POR SE TRATAR DE UMA VERSÃO MODIFICADA (QUE INFRINGE OS TERMOS DE LICENÇA), A ESTABILIDADE E, NOVAMENTE, A SEGURANÇA JÁ NÃO SÃO GARANTIDOS POR PADRÃO.

Instalação


A primeira coisa que poderia ter mudado foi o assistente de instalação, já que, oficialmente, é o mesmo usado desde o Windows 8 (isto se não considerar que é praticamente o mesmo desde o Vista, descontando as pequenas alterações feitas no SO de 2012) e foi o que o Rectify11 fez: ele conseguiu atualizar o design para os padrões do Windows 10 (sem o famigerado tema Aero Basic) e mudou o papel de fundo (slide 1 - infelizmente, novamente será mostrado em inglês); destacando que, no caso do projeto, ele funciona em sistemas sem os novos e polêmicos requisitos, como a exigência de chip TPI 2.0 (responsável por criptografia, usado principalmente, pelo BitLocker, já que o Windows 11 o habilita por padrão) e processadores acima da oitava geração da linha Core i da Intel (deverá funcionar em processadores com a instrução SSE4, que abrange a partir da primeira geração, de 2009 e similares - o que já é uma relevante diferença se comparado com o Windows 10, que manteve os requisitos do Seven, que exige, no mínimo, dual core); para tal, teve que usar o Windows PE baseado na compilação 21390 (slide 2 - um dos betas do que viria a ser a próxima major do Windows 10); no mais, temos o bom e velho Bloco de Notas (slide 3 - repare que a versão do Windows não é identificada, mostrando caracteres aleatórios no lugar); a seção de chave do produto (slides 4 e 5); a declaração de privacidade (slide 6); o EULA (slide 7); o modo de instalação, onde o Upgrade não deverá funcionar (slide 8); o particionamento (slides 9 e 10), com o aviso de criação de partições adicionais (slide 11), da formatação em si (slide 12) e da exigência de instalação em tabela de partição GPT (slide 13); a seção de carregamento de driver externo (slides 14 e 15); a cópia dos arquivos (slides 16 e 17) e a reinicialização (slide 18, onde o projeto poderia ter corrigido o botão Reiniciar agora para não deixar num formato somente link).

 


Antes de prosseguir, quero destacar a seção de recuperação deste ambiente, também personalizado pelo projeto para ficar um pouco mais condizente com os padrões do Windows 11 (como a tela de autenticação, que mostrarei daqui a pouco, até mesmo a BSOD, que sofreu uma mudança histórica e deixou de ser Blue para adotar o Black em seu lugar - e sem o emoji, diga-se de passagem), com a seleção do teclado, precisando ver mais layouts por cerca de cinco vezes até chegar ao PT-BR (slides 1 e 2); onde temos o modo de solução de problemas (slides 3 a 5), onde a restauração não está disponível (slide 6); dos slides 7 a 9 já temos o modo de recuperação já após instalar o sistema, ligeiramente diferente, mas, no geral, seguindo as mesmas "batidas" vistas desde o SO de 2012, mais perceptível na seleção de inicialização pós-reincialização, que não foi modificada (slide 10).

 


Rapidamente já aproveito para destacar como é o instalador no modo online, isto é, executado com um sistema suportado instalado (slide 1 - aliás, uma das mudanças do Windows 11 foi a exigência de ser o 8.1 ou superior, mas aqui deverá funcionar a partir do Seven), com a adição da opção de instalar atualizações enquanto instala (slides 2 e 3), mas não deverá funcionar (slide 4); de resto, segue o visto na primeira apresentação, a partir do slide 4. 

 


Após a segunda parte da instalação (que é, praticamente, a mesma desde o Windows 8), temos uma bem-vinda e, ao mesmo tempo, bastante polêmica mudança em relação ao Windows 10: um assistente de configuração modernizado (condizente com o que é visto, principalmente no Android), começando por uma animação do logo bem a la XP, que já dá um charme a mais que a versão anterior nunca chegou a alcançar (slide 1); a seleção de país (slide 2); de teclado (slides 3 e 4); checagem por atualizações do assistente, bem inspirado no processo semelhante feito pelo SO da Google - se houver, o sistema reinicia automaticamente (slide 5); digitar o nome do computador (slide 6); no caso, aqui o sistema foi reiniciado e o assistente recarregado - quase me senti instalando o 98 / ME, cujo assistente também possui três fases, mas esta é uma outra história (slide 7); e então temos uma opção muito importante, dependendo da edição escolhida - no caso aqui estou usando a variante Pro: a distinção de ajuste para uso pessoal ou corporativo (slide 8), onde, no caso da primeira opção, será OBRIGADO a usar a Conta da Microsoft (slide 9), numa tentativa de limitar o uso de contas locais - ainda que seja possível burlar, embora a empresa de Redmond esteja tentando fechar a brecha - e integrar o computador em ferramentas mais seguras que dificultem a restauração, tal como é também no Android há muito tempo, como o Windows Hello e o BitLocker (slides 10 a 12); contudo, vamos para a segunda opção, onde temos a alternativa de juntar o computador a um Domínio (slide 13), que dá a possibilidade de ainda criar a conta local sem qualquer subterfúgio, como o Windows 10 também já possibilitava, digitando o nome (slide 14) e, no caso da senha, continua não sendo obrigatório - não é a toa que a Microsoft depreciou oficialmente este modo (slide 15); em seguida temos as configurações genéricas que também já existiam desde o Windows 8: local (slide 16); descoberta de dispositivo (slide 17); telemetria (slide 18); captura de dados de digitação - o bom e velho screenlogger, que um dia já foi considerado vírus :D (slide 19); recomendações de uso (slide 20); ID de anúncio (slide 21); novamente checa por atualizações e reinicia (slide 22); temos a tela de carregamento, com a animação desatualizada - falo mais disso a seguir (slide 23); e, por fim, temos a preparação do usuário para o primeiro uso, com os mesmos textos vistos nas versões mais recentes do Windows 10 (slides 24 e 25), com uma diferença: o esmaecimento em cores vistos no 8.x e em tons de azul no 10 foram substituídos por uma animação em bolha que se desfaz e refaz num fundo preto (slides 26 e 27), para então irmos para a próxima seção (slide 28).

  

Área de Trabalho 


Antes do que interessa, temos a tela de inicialização, com a nova logomarca e animação de carregamento revisada, abandonando as cinco bolinhas em movimento usadas há cerca de 10 anos (slide 1), exceto na tela de autenticação (que detalharei mais tarde), que permaneceu com essa inconsistência, por incrível que pareça, até as revisões da versão 25h2 (slide 2); e então temos a Área de Trabalho do Windows 11, com a nova e também polêmica barra de tarefas, reescrita com APIs mais recentes, onde, por padrão e diferente daqui, os ícones ficam centralizados, num comportamento mais próximo de uma dock, como no MacOS (slide 3); com o novo Menu Iniciar, que eliminou as Tiles (na prática, o sistema ainda é compatível com elas, podendo usar o app Live Tiles Anywhere caso tenha saudades) e tentou manter uma visão mais limpa e compatível com toque (slide 4); o calendário e a parte de hora e data redesenhados e sem suporte a segundos, que só seria adicionado na versão 23h2 (slide 4); a nova central de ações, fundida com os botões de rede/volume/bateria, ao invés de um botão próprio (slide 6); a seleção de teclado, levemente revisada (slide 7); a nova área de pesquisa, de deverá demorar um pouco para carregar da primeira vez (slide 8) mas deverá ter um funcionamento parecido com o visto nas versões mais recentes do Windows 10, até ser revisado na versão 26h2 (slide 9 e 10); o modo revisado de múltiplas área de trabalho (slides 11 e 12);  o menu da barra de tarefas, que detalharei daqui a pouco, mais próximo do que era no 10, já que, com a barra reprogramada, só sobrou o botão de configuração - somente na versão 23h2, após pressão dos usuários, é que foi (re)adicionada uma opção para o Gerenciador de tarefas (slide 13); o teclado virtual levemente redesenhado, no tema branco (slide 14) e preto (slide 15); aprimorado com opções de layout (slide 16); detalhando aqui o modo de escrita livre, uma reimplementação do antigo aplicativo do TabletPC que era opcional ou com distribuição limitada desde o Vista (slide 17); em seguida temos as Ferramentas do Windows, que "deixaram" de ser administrativas, pelo menos no nome, agrupando inclusive as ferramentas que estavam agrupados como Sistema Windows no menu (slide 18); o menu avançado também levemente redesenhado (slide 19); a velha janela Executar, que só receberia uma atualização a partir da versão 26h2 (slide 20); a janela Sobre o Windows, que praticamente é a mesma coisa desde o NT 4, mas, pelo menos aqui, suporta o tema escuro totalmente (slide 21); o menu colorido (slide 22); as opções do usuário, agora na parte de baixo (slide 23), assim como as opções de desligamento, que voltou para essa posição (slide 24); a seção Todos os aplicativos (slide 25), com a mensagem de remoção de aplicativo levemente atualizada (slide 26); a edição dos botões da Central de ações (slide 27); uma bem-vinda seção Projetar, que não era atualizada desde o Windows 8 (slide 28); a ejeção de dispositivos removíveis (slide 29); o menu da Área de Trabalho também não escapou de ser reescrito, com os menus de ações clássicos acessíveis somente com a opção Mais opções, dependendo da ação, como a seleção de um arquivo - algo que a Microsoft já revelou que ainda não está satisfeita e ainda pode sofrer mais alterações (slide 30); o menu da canta, acessível mesmo se não usar uma (slide 31); e, por último, mas não menos importante, uma das novidades desta versão, que é a reordenação sugerida de janelas ao passar sobre o botão Maximizar (slide 32).

 

Painel de Controle 


Diferente do Windows 11 oficial, que ainda é obrigada a manter o legado Painel de Controle sem qualquer alteração apenas por compatibilidade e na luta de terminar concluir sua transição algum dia, o projeto Rectify11 teve um cuidado adicional e fez pequenas atualizações no design para torná-lo mais condizente com o sistema, com novos ícones e fontes, inclusive suportando o modo escuro - que detalharei daqui a pouco - com as nove seções que eu já citei em outros artigos, destacando somente as opções de Personalização clássica e seleção de Papel de Parede clássico removidos por padrão desde as últimas versões do Windows 10 e presentes aqui (slide 7).

 


Falando nisso, aqui está como ficou no tema claro, destacando os ícones atualizados (slide 1), aqui demonstrando a seleção do tema escuro (slide 2) e como fica após a aplicação (slide 3); com as cores revisadas pelo projeto, onde, normalmente, abriria numa janela separada, com integração restaurada aqui (slide 4); com os papéis de parede, diferentes do visto no Windows 10, mas que não contém os oficiais do 11 - ver imagem de capa, presentes na versão final (slide 5); além disso, temos a tela de solução de problemas também revisada (slide 6); bem como janelas clássicas presentes desde o 95 no tema escuro, como a seleção de ícones (slide 7) e de sons (slide 8).

 


Outros detalhes relevantes sobre o Painel de Controle são: a janela sobre o sistema levemente revisada e reintegrada pelo projeto (slide 1); o Firewall (slide 2); o Backup do Windows 7 ainda presente aqui (slide 3); as Opções de Pasta, praticamente sem mudanças (slide 4); a criação de unidade de recuperação (slide 5); o Firewall avançado, de forma a demonstrar a revisão dos ícones do Console de Gerenciamento (slide 6); a seção de Dispositivos e Impressoras, com os ícones atualizados (slide 7); o assistente legado de adição de hardware (slides 8 e 9); a seção de programas instalados (slide 10), de adição de recursos (slide 11) e atualizações instaladas, que será removida na versão 22h2 (slide 12); a seção de usuário, parcialmente limitada para se integrar à opção correspondente nas Configurações (slide 13); as opções de data e hora, com a imagem do relógio não totalmente integrado ao tema, um dos poucos erros não revisados pelo projeto (slide 14); as conexões de rede no tema escuro (slide 15); as fontes (slide 16); a janela Sobre do MMC sem o logo do sistema (slide 17); o assistente clássico do Windows 2000 de ajustes de usuário (slide 18); o snap-in dedicado ao chip TPM, já presente desde o Seven - sim, o chip não é tão novo assim, mas só ganhou importância agora (slide 19); o velho Gerenciador de complementos do Internet Explorer, aqui não tão bem adequado ao tema escuro (slides 20 a 22); as Opções de Internet, mesmo sem o IE instalado por padrão (slides 23 e 24); e, por fim, temos o instalador autônomo do Windows Update também revisado para o tema escuro (slides 25 a 30), destacando uma limitação do projeto: como a imagem de instalação modificada por eles faz modificações profundas no sistema, a principal limitação é a impossibilidade de instalar atualizações cumulativas, dando o erro visto no último slide (lembrando que o Windows 11 original já não é suportado em todas as suas variantes desde outubro de 2025 e é oficialmente obsoleto).

 

Configurações 


Falando no aplicativo de Configurações (que a Microsoft tenta emplacar desde o Windows 8), que ainda continua com o splash de abertura, característica dos aplicativos "modernos" - que, na verdade já vem dos primeiros betas pós Windows 10 20h2, podendo ser visto no Server 2022, cuja compilação (20248) foi vítima do lançamento repentino do Windows 11, já que chegou a ser cogitada como próxima versão do SO de 2015 para usuários domésticos - no padrão claro (slide 1) e escuro, sendo este último mais difícil de ver mesmo com o tema característico aplicado (slide 2); aqui também recebeu uma bem vinda modernização (que, aliás, não veio habilitada originalmente na compilação final - 22000, apenas sendo revelada após as primeiras revisões antes da liberação para o usuário final), onde, embora tenha sacrificado um pouco da convergência planejada no Windows 10, ficou muito mais atraente de se utilizar, se espelhando muito no que é visto em outras interfaces (principalmente GNOME e KDE); com a coluna de seções no lado direito e a expansão da seção selecionada no lado esquerdo, cujas seções são, basicamente, as mesmas do 10, com exceção do Bluetooh que foi desmembrado de rede (slides 3 a 13); destacando, entre outras coisas, o redesenho da seção Sobre o sistema - que, curiosamente, chegou a ser parcialmente portado em revisões do Windows 10 22h2 (slide 14); a ativação que, até o momento do lançamento deste artigo, pela compatibilidade intrínseca com o SO de 2015 - já que ainda usa o mesmo kernel - suporta as mesmas chaves de produto (slide 16); a adição de recursos opcionais, depreciando o equivalente do Painel de Controle, juntando opções exclusivas deste modo - como a adição de Ferramentas Gráficas e suporte a fontes - com o que já era visto desde o Vista (slide 17); as opções de cores, que foram um pouco limitadas aqui, com menos opções em relação ao 10 e, principalmente ao 8.1 (slide 17); o detalhamento de políticas de grupo que afetam, principalmente o Windows Update, ainda sem a liberdade de uso vista até o Seven - mas que a Microsoft já prometeu flexibilizar (slide 18); a habilitação dos recursos de desenvolvimento, com a janela ainda no design desatualizado (slide 19); a telemetria, que eu já citei, mesmo com opções de depuração, ainda é um tópico sensível se comparação com as práticas adotadas no passado (slide 20); a seção de apps, que, desde o 10 1809, é a principal forma de fazer a gestão, sendo a variante clássica vista anteriormente escondida e acessível graças ao projeto (slide 21); as opções de recuperação, também com o design desatualizado, onde, no caso do projeto, não funcionam, pela ausência do respectivo ambiente da imagem do sistema (slides 22 a 25); a janela de seleção de aplicativo padrão também permanece inconsistente (slide 26); bem como a seção de Segurança, que falarei daqui a pouco (slide 27).

 


Rapidamente mostrarei o processo de alteração de idioma, que, no geral, está mais facilitado em relação a versões anteriores do sistema, bastando clicar para adicionar um novo idioma (slide 1); localizar a opção desejada (slide 2); clicar em baixar nos componentes, caso não ocorra automaticamente (slide 3); aguardar um pouco (slide 4); revisar o ajuste avançado - que, curiosamente, ainda pertence somente ao Painel de Controle - para aplicar as mudanças em todos os usuários (slide 5 a 7); então solicitará a reinicialização (slide 8); e, dando tudo certo (slide 9), o novo idioma será aplicado (slide 10); onde, aproveitando, aqui temos a tela de autenticação, que, basicamente, ainda é muito parecida com o que temos no Windows 10 (slides 11 e 12), inclusive na inconsistência das opções de acessibilidade (slide 13), movendo a mensagem de boas vindas abaixo da animação de carregamento (slide 14).

 

Aplicativos Nativos 


Com a depreciação do WordPad, a Microsoft viu a oportunidade de modernizar o Bloco de Notas, adicionando parte dos recursos do antigo editor de textos (e até recursos questionáveis não disponíveis originalmente, como o Copilot), de forma a torná-lo um pouco mais atraente frente a tantas alternativas mais robustas, como o Notepad++ ou o Kate (slide 1, onde demonstrei com o arquivo de changelog do Rectify11, resumindo as mudanças que estou apresentando aqui); o Agendador de Tarefas, com os ícones revisados do MMC que eu já citei (slide 2); o fracassado recurso de chat nativo (slide 3), que, em meus testes, já não funcionou (slide 4); a Lupa, com os ícones mais condizentes (slide 5) e as configurações renovadas (slide 6); o recurso escondido ModernFlyout, baseado na depreciada ferramenta de realidade aumentada (slide 7); o Prompt de Comando rodando a restauração de imagem baseada no DISM (slide 8), destacando as configurações no tema escuro, onde, aproveitando, pela primeira vez em muito tempo, o recurso recebeu atualização para determinar qual console deseja usar, disponível a partir da versão 22h2 (slide 9); a gestão ODBC (slides 10 e 11); o Editor de Registro, com as informações de compilação (slide 12); as informações de sistema, aqui demonstrado no nodo legado - sim, mesmo depreciado, o Windows 11 ainda suporta o velho BIOS (slide 13); a discagem telefônica do Windows 9.x ainda dá as caras por aqui, mesmo o acesso discado sendo totalmente obsoleto na realidade de hoje (slide 14); o Diagnóstico do DirectX, cuja API recebeu algumas revisões internas em relação ao Windows 10, de forma a permanecer competitiva mesmo com o avanço de opções como a Steam (slide 15); até o defasado IExpress o projeto revisou o design (slide 16), mas não totalmente (slide 17); a depreciada, mas ainda parcialmente necessária, ferramenta de configuração do sistema (slide 18); o assistente de suporte (slide 19) e de assistência remota (slide 20); o Narrador, que recebeu alguns polimentos nos últimos tempos, com o aprimoramento das ferramentas de conversão de texto para fala (slide 21); a Microsoft Store, com o carregamento para o primeiro uso (slide 22); e o visual renovado, ainda para o Windows 10 20h2, mas com a novidade de suportar programas externos, graças ao projeto Winget, aproximando-o dos gestores de aplicativos do mundo Linux, mas que ainda tem dificuldade de atrair os principais desenvolvedores e aplicativos e desencorajar a enraizada fórmula de buscar pela internet os programas mais utilizados (slide 23); a ferramenta de captura renovada com base no antigo app de Captura e Esboço (slides 24 e 25); o aplicativo de fotos, que ainda não é a melhor opção possível para gerenciar imagens - ainda mais integrado com o Copilot (slide 26); o PowerShell clássico, que, no caso do projeto, pode exibir as mensagens de erro acima ao abrir (slide 27) mas deverá funcionar sem grandes problemas (slide 28), além do o modo ISE, agora sem as informações de copyright (slide 29), não adaptado ao tema escuro (slide 30); os serviços do sistema, sem grandes surpresas (slide 31) e o gerenciador de tarefas, ainda no mesmo modo visto desde o Windows 8.1, já com alguns polimentos na exibição de GPUs, mas que só receberia uma interface revisada a partir da versão 23h2 (slide 32).

 


Após anos tentando achar uma forma de modernizar os aplicativos clássicos, a Microsoft percebeu (a duras penas, principalmente após o fracasso do projeto de convergência) que, como tentar refazer do zero se mostrou inviável (principalmente em programas complexos, como é o caso do Explorador de Arquivos), a solução foi, a grosso modo, encapsular o processo clássico em uma camada de interface moderna (também conhecida, de forma mais técnica como WinUI 3, uma evolução dos conceitos vistos no Windows 10 - e, que, numa tentativa de evitar fragmentação com tantos projetos de desenvolvimento, como o Centennial, em 2026 foi tudo unificado e perdeu o 3 no nome), que, apesar de contornar tais limitações técnicas e entregar atualizações necessárias com mais agilidade (dependendo dos apps e caixas de diálogos, como o próprio Gerenciador de tarefas que eu já citei e virá mais por aí), tem seus efeitos colaterais, como o aumento de lentidões em um sistema já bastante cheio de camadas de compatibilidade ao longo de décadas no mercado (que ela está tentando contornar com o questionável modo de baixa latência); após todo este preâmbulo, temos o Explorer com uma barra de tarefas mais simplificada (e que ainda não tinha ganhado o modo de múltiplas abas - após o fracassado teste com o Sets em 2018, ainda baseado no antigo Edge Legacy - que só viria na versão 22h2, além de mudanças de layout, cujos comandos foram invertidos de posição com a barra de endereços na 23h2), se inspirando no que é visto no OneDrive, por exemplo (slide 1); com a barra de opções redesenhadas, como eu já falei na seção sobre a Área de Trabalho (slides 2 a 4); embora ainda com inconsistências em alguns diálogos que eu citei nas Configurações (slide 5 e 15); contudo, o menu clássico ainda permanece e o projeto compatibilizou bem no tema escuro (slide 6); bem como as clássicas janelas de Propriedades, que carecem de maiores mudanças, como vistas em gerenciadores de arquivos de terceiros (slides 7 e 8); o diálogo de busca de arquivo, contudo, ainda permanece com os padrões do Seven (slide 9), o que se repete em partes legadas, como a página de arquivos de internet offline (slide 10), mapeamento clássico de pastas (slide 11) e diálogos de exclusão (slide 12); já no diálogo de movimentação de arquivo, o projeto teve um cuidado especial de compatibilizar com o tema escuro, com um resultado particularmente satisfatório (slide 13); mas, como eu dizia sobre camadas de compatibilidade, ao clicar sobre o botão Ir para cima na visão geral do Painel de Controle, pode-se ver a interface Ribbon em seu esplendor (slide 14).

 


E não para por aí: com a insatisfação dos usuários pelas mudanças agressivas na interface, a comunidade criou uma forma de ter boa parte dos recursos e da experiência vista nas versões anteriores do Windows 10 de volta e eis que entra em cena o ExplorerPatcher, que, numa briga "de gato e rato" com a Microsoft, tenta dar manutenção a esses elementos legados que permanecem escondidos na "grossa" camada de história que o SO da empresa de Redmond guarda (até segunda ordem, como exemplificarei a seguir); e o projeto embarca, por padrão, uma versão customizada deste programa, que, como mostra o slide 1, pode afetar a estabilidade do sistema e erros não são incomuns; no mais, é possível ter novamente o menu Iniciar do SO de 2015 com as revisões da versão 20h2 e, claro, as tiles que citei anteriormente (slides 2 a 4); a barra de tarefas anterior,  (slide 5 - que, aliás, já foi comprometida em versões mais recentes do Windows 11 e não está mais funcional), inclusive com suporte a segundos (somente adicionado a partir da versão 23h2, com o aviso que pode diminuir a bateria), além do respectivo calendário (slide 6), teclado (slide 7), rede (slide 8) e volume (slide 9); mas também dá para ir mais longe, podendo habilitar elementos vistos no SO de 2009, como a bateria (slide 10), relógio - com o mesmo erro de cor visto no applet do Painel de Controle (slide 11) e volume (slide 12); ou ainda ter a seção de rede do Windows 8.x (slide 13); no mais, fora a interface Ribbon que eu citei, com os devidos ícones revisados (slides 14 a 17); pode-se também desabilitá-la para ter a experiência próxima do que era visto no Vista e Seven (slide 18); inclusive no diálogo de manipulação de arquivo, mais puxado para o SO de 1009 (slide 19). No mais, em meus testes, é possível atualizar o programa para a última versão suportada pelo Windows 11 original clicando aqui.

 

 Outros aplicativos


Além do bloco de notas empoderado, o projeto incluiu uma obscura versão modera do WordPad feita por terceiros e nem está na loja oficial, mas somente em inglês (slides 1 e 2); a antiga versão moderna da conexão de área de trabalho remota, descontinuada em favor do atual Windows app ou da versão clássica, com poucas revisões desde o Seven (slide 3); um mapa de caracteres alternativo, este sim disponível na loja - embora o clássico não esteja no projeto, ele ainda pode ser encontrado nas imagens oficiais do sistema (slide 4); a calculadora, que basicamente, é a mesma do Windows 10, com algumas leves revisões (slide 5); o novo Media Player, que nada mais é que o Groove Music aprimorado (slide 6), que, aos poucos, vai ganhando polimentos (slide 7), contando inclusive com um equalizador (slide 7), mas que ainda está longe de substituir totalmente o agora chamado WMP Legacy que, embora não esteja adequado aos tempos modernos com tema escuro (slide 8) e preservando suas inconsistências (slide 9), dá conta do recado, inclusive com suporte ao protocolo DLNA e visualização de letras de músicas, caso o arquivo tenha suportado em seus metadados; voltando ao sensível assunto de telemetria, a Microsoft criou um visualizador de dados de diagnóstico, onde, em tese, o usuário entusiasta pode revisar o que a empresa de Redmond está recebendo de dados (slides 11 e 12); por outro lado, mesmo com partes espalhadas pelo sistema assombrando com suas brechas, o velho Internet Explorer não está disponível para uso - ainda que, em determinados cenários em versões oficiais, inclusive nas prévias mais recentes até aqui, seja possível abri-lo, o que não é o caso aqui (slide 13); só restando habilitar o Modo IE no Edge Chromium (slide 14), com várias limitações de uso, como a impossibilidade de acesso aos obsoletos plugins ActiveX (slide 15), praticamente desencorajando seu uso (slide 16), onde nem mesmo o Legacy Update, que já citei em meus artigos (slide 17)), conseguirá funcionar, dando estes erros na interface (slide 18); temos também o ultrapassado visualizador de arquivos XPS que, por incrível que pareça, se adaptou bem ao tema escuro (slide 19); o que não dá para dizer o mesmo do WordPad legado, ainda disponível na versão original do Windows 11 (slides 20 a 22); o Windows Terminal, a experiência padrão de acesso a console de comandos a partir da versão 22h2, também funcionou sem grandes problemas, tanto no modo PowerShell (slide 23), quanto no clássico CMD (slide 24); outra remoção sentida foi o suporte a arquivos AC3, mas que pode ser restaurado baixando os arquivos necessários aqui (slide 25); embora o antigo Visualizador de imagens ainda esteja disponível em versões oficiais, não é o caso do projeto, cujo recurso está quebrado (slide 26); e, por falar nisso, como evolução natural, a Microsoft lançou o suporte ao protocolo JPEG XL, mas que só está disponível na versão 24h2 ou superior (slide 27); também testei o antigo Windows Essentials 2012 (slide 28), que embora com as inconsistências na interface (slide 29), no caso do Movie Maker, deverá funcionar sem grandes problemas, embora seu uso já não seja mais recomendado por questões de segurança (slide 30); como alternativa ao Windows Update oficial, ainda temos o MiniTool como alternativa, funcionando sem grandes problemas (slide 31), o mesmo para o Dism++ (slide 32) e o WinAero Tweaker (slide 33) e, por fim, temos o WHDownloader, caso queira facilitar sua vida e automatizar a obtenção de atualizações de várias versões do Windows e do Office diretamente dos servidores da Microsoft, cuja lista para obter, por sua conta e risco, as atualizações da versão original do Windows 11, podem ser encontradas aqui (slide 34).

 


Antes de fechar, não posso deixar de citar a tela de bloqueio revisada, com o relógio e a data / hora centralizados na parte superior, seguindo o modelo visto no Android, KDE e outros (com a adição de uma das novidades do sistema, que são os Widgets na parte inferior, também portados no Windows 10 22h2), perdendo um pouco a originalidade adotado desde o Windows Phone 7 - ainda que, de fato, já estivesse um pouco datado (slide 1); a mensagem de reinicialização se feita diretamente pela tela de autenticação (slide 2); o diálogo de opções de desligamento, perdendo o logo do sistema - ainda que tenha voltado depois, até o complemento redesenho na versão 26h2 (slide 3); além das mensagens de atualização renovadas - também portadas para o Windows 10 21h2 (slides 4 e 5) e, por fim, o inevitável desligamento (slide 6).

 

Conclusão

Muito do que é, na prática, o Windows 11, já comentei em outros artigos e tentei dar uma ideia mais clara aqui, mas o fato é que o sistema só existiu por causa da pressão de várias frentes (e sofre muito por isso), seja das OEMs que precisam vender novos computadores (o Windows 10, apesar do sucesso, atrapalhou muito os planos de um mercado que já estava em declínio); das concorrentes que estão, cada vez mais, abocanhando uma parcela considerável de usuários devido às mudanças bruscas que eu citei nesta análise (e isto que eu nem citei direito o Copilot, lançado posteriormente à versão que eu "destrinchei", com impactos que ainda estão sendo medidos durante o lançamento deste artigo), seja pelos próprios usuários, ávidos por novidades periódicas, que já não se prendem mais à computadores de mesa como antes e com cada vez menos paciência graças aos smartphones (também estagnados e no limite da inovação - onde, aliás, a Microsoft não está nem perto de ser uma alternativa novamente, graças ao fracasso da iniciativa mobile da década de 2010) e das redes sociais de vídeos curtos.

 

Como eu disse anteriormente, o Windows 11 se consolida cada vez mais como parte viva da história do SO da Microsoft, podendo encontrar elementos que vão do 3.1 ao 10 num só produto.

E a imagem acima, mais do que tudo que já falei, resume bem o quão problemático é o Windows 11, ainda carregado por muitas camadas de compatibilidade para atender as mais diferentes necessidades (dá até para rodar o Office 95 nele, por incrível que pareça), o que, se por um lado é até louvável, para manter o funcionamento de programas e hardwares desenhados décadas atrás (algo que nem as distribuições Linux conseguem, com kernel e suas dependências GLIB e relacionados já tornam difícil até mesmo usar aplicativos de quatro/cinco anos atrás, graças à base nichada que dificulta um suporte mais amplo - onde, por exemplo, um Ubuntu 16.04, mesmo com a chancela empresarial de um suporte estendido de sua desenvolvedora, tem seu uso mais limitado e comprometido do que um Windows 10 1607, do mesmo ano), por outro só atrasa ainda mais a resolução das inconsistências (muitas das quais o projeto Rectify11 já conseguiu corrigir ainda em 2021 e nem todas ainda estão oficialmente implementadas), sofrendo com a histórica sina dos sistemas operacionais da empresa de Redmond em "segurar as pontas" (inclusive até queimando sua reputação) após uma versão anterior de sucesso e com resistência dos usuários em mudar (tanto que ela teve que estender o programa ESU gratuitamente para os usuários domésticos do SO de 2015 por mais de um ano), tornando-se nada mais que um produto de transição para um futuro (nebuloso e cada vez mais imprevisível) Windows 12.

Aqui estão os links que embasam e complementam mais este artigo:

Mais uma vez agradeço por ter chegado até aqui e até uma outra oportunidade. Como sempre, não deixe de ficar ligado no Blog de Bruno A. Vieira.

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