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3 de junho de 2026

O Windows Thin PC em PT-BR em detalhes (ou o Windows 7 pós-suporte)

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Conheça o Windows Thin PC, uma variante do Windows 7 com Service Pack 1 lançada em 2011, focada em thin clients.

Introdução 

Analisando a história do sistema operacional Windows, pode-se dizer que, uma das consequências do sucesso de uma determinada versão é a quantidade de edições que a Microsoft lançou no mercado (como Home, Pro, Enterprise, Server, Embedded, Starter e por aí vai), dependendo das necessidades identificadas pela empresa de Redmond e do nicho que ela quer atingir, cujas variantes principais não conseguem atender a contento, seja por ter recursos demais ou de menos (obviamente, tivemos exceções a esta regra, como o Windows Vista e o 8.x, onde, embora não tenham feito tanto sucesso quanto se esperava, suas respectivas bases eram sólidas o suficiente para atender a demanda, o que não aconteceu com o famigerado Windows ME, por exemplo - onde, além de ter encerrado melancolicamente a era DOS, pouca coisa foi aproveitada e não ganhou nenhum descendente direto).

 

Windows Fundamentals for Legacy PCs, baseado no XP com Service Pack 2, antecessor do Thin PC (créditos: BetaWiki)


Em 2006 a Microsoft lançou ao mercado o (pode-se dizer) obscuro Windows Fundamentals for Legacy PCs (imagem acima), que tinha a específica finalidade de ser uma versão ainda mais leve para computadores que, por incrível que pareça, não atendiam os já enxutos requisitos mínimos do SO de 2001 (mesmo para a época) e supria o fim do suporte do Windows 98 (que ainda era bem popular naquele tempo e falarei algum dia em mais detalhes por aqui) e o já citado Millenium Edition, mas também era focado em uma linha de computadores que até mesmo a edição Embedded tinha dificuldade em atender: os thin clients (conhecidos popularmente como terminais burros), máquinas que só necessitam de um sistema básico com suporte a conexão remota para acessar um computador mais robusto (como servidores dedicados) e, por esta razão, não necessitava de toda a modularidade da linha focada em dispositivos embarcados (como caixas de banco ou pontos de venda, onde, geralmente, apenas thin clients muito mais robustos utilizaram esta variante, o que não era a realidade do uso destes tipos de máquina, caracterizados pelo baixo poder de processamento e memória RAM).

 

As diversas edições do Windows 7, SO base do Thin PC (provavelmente você que está lendo deve ter usado alguma delas), superando, inclusive, o XP neste aspecto (considerando outras variantes que não estão na imagem).


Onde eu quero chegar: cinco anos se passaram e, como o XP já estava em suporte estendido e o Windows 7 (lançado dois anos antes) se encontrava em franca ascensão (aliado à melhora dos computadores, catapultado pela linha de processadores Core i da Intel - aliás, um dos motivos do Vista não ter vingado, como já falei em um artigo próprio) e tinha acabado de receber seu único Service Pack; dessa forma, considerando que a Microsoft já tinha lançado a versão atualizada da linha Embedded, ela resolveu colocar no mercado (ainda que de forma bem restrita, somente disponível aos assinantes do antigo serviço MSDN (atual Visual Studio Subscriptions) o sucessor do já citado FLP: o Windows Thin PC, que analisarei em detalhes, no formato que você já está acostumado, a partir de agora.

AVISO: USE SOMENTE PARA TESTES, SENDO ESTRITAMENTE DESACONSELHÁVEL PARA PRODUÇÃO, PRIMEIRO E MAIS IMPORTANTE, PORQUE JÁ NÃO É SUPORTADO (POTENCIAIS RISCOS DE SEGURANÇA ENVOLVIDOS), SEGUNDO, AS LICENÇAS DO WINDOWS 7 NÃO SE APLICAM AO THIN PC, PORTANTO, A MENOS QUE VOCÊ TENHA ADQUIRIDO UMA CÓPIA NOS PAÍSES ONDE A VARIANTE FOI VENDIDA (O QUE É POUCO PROVÁVEL), ELE NÃO PODERÁ SER LEGALIZADO (ESTANDO, PORTANTO, SUJEITO ÀS SANÇÕES PREVISTAS NOS TERMOS DE LICENÇA E NA LEI).

 

Instalação 

Basicamente, o Thin PC, por possuir a mesma base do Windows 7, herda grande parte de suas características, bem como sua estabilidade, onde, por ter várias características removidas por padrão em relação ao SO de 2009, poderia até ser preferido por uma parcela de usuários que sempre torceu o nariz por recursos que considerem desnecessários (o que, na prática, não é recomendado, pelo sistema ter travas de gravação de arquivos que restringem usos mais generalistas); no mais, assim como o POSReady 2009 (que também já falei por aqui e, coincidentemente, teve um sucessor baseado no Seven - aliás, não difere muito do Thin PC), ele ficou restrito ao inglês e outros cinco linguagens, podendo ser traduzido por pacotes de idiomas (como mostrarei daqui a pouco) e a imagem acima é nada menos que a icônica tela de inicialização do sistema (onde, diferente do Seven, é exibida completa mesmo na instalação, ao invés de, dependendo de alguns fatores, usar a tela do Vista como contingência - aliás, o carregamento do assistente de instalação é o mesmo do SO de 2006 e, por isso, poupei vocês de ver novamente).

 


Agora a coisa fica séria: a instalação, em si, também é bem parecida com o Seven, destacando os seguintes detalhes: graças aos recursos do Windows Preinstallation Environment (o ambiente de instalação em si, conhecido pela sigla PE), é possível encontrar por aí imagens de instalação personalizadas/não oficiais com os seis idiomas oficialmente suportados (slide 1); nesta parte, destaco o ano 2011 nas informações de copyright e os elementos visuais do SO de 2009 (slides 2 a 4); os requisitos mínimos, basicamente semelhantes aos do XP original, mas que, na prática, não é o que parece -  leia até o final para você entender onde eu quero chegar (slide 5).

 


Antes de prosseguir com a instalação, quero deixar registrado o ambiente de recuperação, que não difere muito do Vista, mas recebeu pequenos polimentos e melhorias; no mais, temos a seleção do sistema a ser corrigido (slide 1); a seleção de imagem de backup (slide 2); as ferramentas de recuperação em si (slide 3); a ferramenta de diagnóstico de memória RAM, que falarei mais adiante (slide 4), a restauração do sistema e o erro que dá quando não há sistema a ser corrigido (slide 5); a reparação de inicialização, onde, aliás, o Seven fez diversas melhorias neste recurso, tornando mais confiável e localizado o processo - lembrando que o SO de 2009 ainda não suportava as firmwares UEFI, que começaram a chegar no mercado com força só no ano seguinte, junto com o lançamento do Windows 8 (slides 6 e 7) e os resultados da manutenção (slides 8 e 9).

 


Voltando ao instalador, no slide 1, de cara percebe-se uma mudança: a troca dos elementos visuais para os padrões da linha Embedded (também visto no POSReady 2009 e, dependendo da imagem de instalação encontrada pela internet, esta troca já ocorre desde o começo da instalação e não reverte para os padrões do Seven como ocorre aqui), no mais, temos os mesmos passos já conhecidos de outras versões do Windows, só destacando as informações de licença (slide 2, que substitui o EULA nesta parte, já que era comercializado exclusivamente pela modalidade licenciamento de volume e, portanto, voltado ao mercado corporativo), o particionamento (slides 3 a 5) e a formatação e cópia dos arquivos para o disco (slide 6, destacando o texto revisado exclusivamente para o Seven, "Esta é toda a informação que precisamos agora. Seu computador será reiniciado várias vezes durante a instalação").

 


Após a primeira reinicialização, o texto "Aplicando as configurações de registro" foi polido, sendo exibido junto com a tela de inicialização (slide 1) e temos a conclusão da instalação, agora sim, no design do Embedded (slide 2) e, curiosamente, o slide 3 mostra a mensagem "A instalação continuará após reiniciar o computador" totalmente em tela preta; por fim, outra tela polida em relação ao Vista, foi a configuração do hardware, com uma animação característica do SO de 2009 (slide 4).

 


Por fim, o assistente de configuração também é muito parecido com o SO de 2006 e não difere em nada com as variantes principais do Seven, onde, basicamente, simplificou algumas coisas (como a parte do usuário, onde já não dava para personalizar a imagem da conta - slides 1 e 2) e removeu toda a parte de marketing, tornando o processo mais objetivo; no mais, teve o detalhe da tela de ajuda em branco, denotando que a Microsoft deixou algumas arestas soltas ao finalizar o Thin PC (slide 4), mas no slide 5, já temos as informações de privacidades já revisadas para o Windows 7 com Service Pack 1 e, finalmente, temos a seleção de rede (slides 7 e 8).

 


A primeira autenticação "a gente nunca esquece", independente do sistema operacional. Brincadeiras à parte, no início, a parte visual ainda será do Windows 7 padrão e, fora isso, no geral, é muito semelhante ao Vista, embora não menos chamativo. Dos slides 3 em diante, já temos o visual padrão do Thin PC, já com o esquema do Embedded estabelecido, aproveitando para destacar a tela de bloqueio (slide 3); pós-logoff, após sair do usuário e o sistema permanecer ligado (slide 4); opções de desligamento (slide 5); opções de acessibilidade (slide 6); seleção de idioma (slide 7); seleção de teclado (slide 8); opções avançadas, ao pressionar a combinação CTRL + ALT + DEL (slide 9); redefinição de senha (slide 10); tela ao pressionar o botão Outras credenciais (slide 11) e quando solicita a criação de um disco de recuperação, suportando, por incrível que pareça, o velho e hoje obsoleto disquete (slide 12).

 

Área de Trabalho 


E esta é a famosa Área de Trabalho do Windows NT 6.1, com o (que já pode ser considerado clássico) papel de parede padrão do Windows 7, onde, em comparação com o Vista, temos a barra de tarefas maior com os ícones da barra de acesso rápido também aumentados (slide 1), a hora e a data aparecendo juntos e um discreto botão para exibir ou espiar o ambiente quando necessário; no mais, temos o calendário, repaginado (slide 2); volume (slide 3), internet (slide 4); bateria (slide 5); central de ações, uma das novidades, que eu falarei daqui a pouco (slide 6); a bandeja do sistema (slide 7); a barra de idiomas (slide 8); a janela sobre o sistema, que pouco mudou desde o NT 4 e ainda está presente, praticamente sem alterações, até as versões mais recentes do Windows 11 (slide 9); além disso, temos a janela de instalação de driver, mais prático que o SO de 2006 - uma pena que se perdeu a partir do Windows 8 (slide 10); a janela de reprodução automática (slide 11); a visualização das janelas (slide 12); a gestão de memória, onde, em meus testes, mesmo com 2 GB de RAM, você poderá vê-la com certa frequência (slide 13); e, por fim mas não menos importante, o menu Iniciar levemente reformulado em relação ao Vista (slide 14).

 


No Vista e no Seven, caso você não utilizasse a edição Ultimate (que disponibilizava os locais suportados via Windows Update), configurar idiomas poderia ser quase tão complicado quanto no 2000 / XP. E, diferente das outras edições baseadas no Embedded (como eu exemplifiquei no artigo sobre o POSReady 2009, que ainda incluíam algum suporte para a instalação de uma linguagem diferente), aqui precisamos da ajuda de um programa chamado Vistalizator (cujo site oficial já não está mais disponível mas pode ser baixado clicando aqui), que suporta o português (slide 2), porém, em meus testes, o executável oficial com o idioma em PT-BR (tanto o RTM quanto o SP1) não foi reconhecido pelo Thin PC (slides 3 e 4); além disso, o modo interno, que utiliza recursos do sistema, também não funcionou em nenhum momento (slides 5 e 6); o que deu certo de fato foi um pacote em CAB do Windows Embedded (pode ser baixado aqui) no modo Express, isto é, feito pelo próprio Vistalizator (slides 7 a 10) e, após reiniciar, a tela de inicialização já estará traduzida, pelo menos temporariamente - como ensinou o POSReady 2009, sempre tem uma atualização posterior que quebra o recurso e reverte algumas partes do sistema para o inglês (slide 11), mas, no geral, funciona muito melhor que no Windows 5.x e, dessa forma, é possível ter o Thin PC em Português Brasileiro (slide 12).

 

Painel de Controle 


A principal área de configuração do Windows até então (já que a Microsoft ainda luta para se livrar totalmente dela, o que já se provou um trabalho árduo e ingrato, mas que vem acelerando desde o Windows 11) também recebeu alguns polimentos, ganhou algumas seções novas e perdeu a visualização clássica (que era padrão até o Vista), tornando o modo de categorias o padrão até os dias de hoje (slide 1), com a opção de uma lista lado a lado, seja em tamanho pequeno ou grande (slide 2), com os slides 3 a 10 resumindo as 8 categorias que serão destrinchadas a seguir, dando a noção de como eram distribuídos os ajustes na última versão do Windows em o Painel de Controle recebeu alguma atenção, antes do recurso ser abandonado pela Microsoft em favor de um painel de configurações mais moderno.

 


Começando pela seção Sistema e Segurança, temos a tela de Sistema, idêntico ao do Vista (inclusive no ícone do Windows) e presente, ainda que escondido, nas versões mais recentes do Windows 11 - você já deve ter reparado no Vistalizator que o sistema se identifica oficialmente como Windows Embedded Standard (cuja versão de avaliação ainda está disponível nos servidores da Microsoft até a data original deste artigo) e o mesmo ocorre aqui, onde, diferente do assistente de instalação, as informações de copyright datam como 2010 (slide 1); nos slides 2 a 5 temos as propriedades avançadas do sistema, que pouco mudaram desde o NT 4; nos slide 6 a 9 temos as opções e informações que detalham o Índice de Experiência do Windows (conhecido internamente como WinSAT, que ainda está presente nas versões mais recentes do Windows 11, embora escondido internamente desde o 8.1); no slide 10 temos o assistente de ativação - lembrando que, como eu citei na introdução, só funciona por licenciamento de volume; nos slides 11 a 14 temos a Central de Ações, que consiste numa remodelação da área básica de segurança do Windows (lembrando que o uso de antivírus de terceiros ainda era bastante encorajado na época, sendo que até o sistema avisava da ausência deste tipo de software), aprimorado desde o XP e que também geria as notificações do sistema, numa época em que o recurso era secundário e não tão importante como nos sistemas modernos (o Android que o diga, já que toda versão nova tem alguma mudança nesta área), sendo que, nos slides 15 e 16, temos o controverso Controle de Contas do Usuário (também conhecido pela sigla UAC), ligeiramente modificado pela empresa de Redmond para atender as reclamações sobre seu problemático funcionamento no SO de 2006 e assim permanece até os dias de hoje; no slides 17 e 18 temos o monitor de confiabilidade, que reuniu o monitoramento dos erros do sistema numa visualização mais intuitiva, sendo uma novidade desta versão; nos slides 19 a 23 temos a gestão padrão do Firewall do Windows; nos slides 24 a 28 temos o também controverso Windows Update, numa época que ainda o usuário tinha poder de gestão das atualizações, sendo um recurso que não escapou de ficar em inglês em atualizações recentes (slide 28); no slide 29 temos a gestão do BitLocker, trazido pela primeira vez em edições voltadas ao usuário final nativamente no sistema; nos slides 30 a 37 temos as Ferramentas Administrativas; no slide 38 temos a seção de Backup (ainda presente nas versões mais recentes do SO da Microsoft como contingência e identificado como sendo do Windows 7) e, por fim, temos um verificador nativo de memória RAM do Windows, atualmente um recurso esquecido já que temos alternativas mais robustas, como o memtest (slides 38 ao 42).

 


Na seção Rede e Internet, temos a Central de Rede e Compartilhamento, que, particularmente, acho mais intuitivo de configurar que a seção atual de redes das configurações modernas do Windows (slides 1 a 4); temos o ajuste de grupo doméstico, uma novidade do SO de 2009 para integrar os computadores de uma mesma rede, mas que, em minhas experiências, sempre preferi desativar (slides 5 a 8); temos os principais assistentes para resolver problemas de rede (slide 9); as configurações de compartilhamento avançadas (slides 10 e 11); e as opções de internet, denotando a tóxica integração do hoje "finado" navegador Internet Explorer no sistema (slides 12 a 18).

 


Na seção Hardware e sons, temos outra tela que, pessoalmente, prefiro mais que as soluções atuais: os ajustes de Dispositivos e impressoras, dando uma alternativa mais intuitiva ao Gerenciador de Dispositivos para ajustar os principais componentes do computador, permitindo até a exibição de informações de componentes, como ícones personalizados e até uma janela própria para impressoras de determinadas fabricantes, definindo pela permissão de puxar esses dados pela internet (slide 2); temos os ajustes de reprodução automática (slide 3); nos slides 4 a 7 temos os ajustes de som, sendo o Seven a última versão a contar com uma trilha de inicialização habilitada, ainda que seja a mesma do Vista (só que, diferente deste, a trilha só toca a partir da Área de Trabalho e não na autenticação como era no SO de 2006); e, por fim, temos as Opções de energia (slides 8 a 12), onde, embora não seja tão intuitivo como vemos no Android, por exemplo, ainda acho melhor que a versão moderna presente nos Windows mais recentes (embora tenha melhorado bastante no Windows 11); além disso, temos uma seção de Sensores, que, na prática, nunca vi uso prático em um computador de mesa mas, de toda forma, o Seven já tinha o suporte (slide 13) e uma seção de sincronização, que também nunca foi muito o foco do SO de 2009 (slide 14).

 


Na seção Programas, no que diz respeito aos programas e recursos em si, não temos diferenças significativas em relação ao Vista (slide 1), mas, assim como no POSReady 2009, o Thin PC vem com os recursos desativados (slide 2) e, mesmo no Windows 7 com as últimas atualizações fornecidas pela modalidade Extended Support Update (conhecido pela sigla ESU, que eu expliquei no artigo sobre o SO de 2006), também está quebrado e só fica em branco (slide 3); temos a seção dedicada às atualizações, que foi utilizada até as primeiras versões do Windows 11 (slide 4); os ajustes de Programas Padrão, inalterados até o Windows 10 Versão 1511 (slides 4 a 8); incluindo a velha janela de definir acesso e padrões de programa do Windows 2000 (slide 9) e, por último, temos os Gadgets, recurso levemente ajustado para funcionar mais discretamente no SO de 2009, mas que, mesmo assim, foi a última versão a tê-lo neste formato idealizado pela Microsoft desde os primeiros betas do projeto Longhorn (slide 10).

 


Na seção Contas de Usuário, temos a versão intuitiva do ajuste, sendo uma "tradição" desde o Windows 2000 (slide 1); a seleção do Avatar que não apareceu no assistente de configuração pode ser encontrado clicando sobre o ícone no slide anterior (slide 2); em seguida temos uma seção esquecida com o tempo, que é o armazenamento de credenciais, que passou a ser gerenciado mais internamente no próprio Windows ou pelos próprios programas que precisam deste recurso, como os navegadores (slide 3); outro recurso esquecido com o tempo foi o backup de usuários, já que, no Windows, nem sempre o mesmo nome de usuário após excluir um perfil homônimo terá o mesmo número interno de identificação, o que é, aliás, muito importante no cenário corporativo (slide 4); por fim, o Windows NT 6.1 ainda possui escondido um programa que faz o ajuste alternativo de grupos de usuários sem usar o módulo dedicado do Console de Gerenciamento, herdado do NT 5.x (slide 5).

 


Uma das áreas do Windows 7 que sofreu alterações mais significativas  foi a seção de Aparência e Personalização, permitindo um melhor suporte a temas e cores (e que, por incrível que pareça, não foi limitado no Thin PC, mesmo não sendo um elemento essencial), inclusive repetindo o ajuste de sons (slide 1) e, como já falei em outras ocasiões, o NT 6.1 foi a última série a contar com o tema clássico, bastante adaptado para lidar com as alterações do design ao longo dos últimos anos (slide 2); no mais temos a seleção de papéis de parede (slide 3); de cores, que na prática, não suportava determinadas faixas de cores, como preto e branco, incluindo a correção na exibição da cor mais escura, como eu citei no artigo sobre o Vista, o que tornou o Seven um pouco menos chamativo neste aspecto, mas que, com a disseminação dos chips gráficos, democratizou e melhorou significativamente o suporte ao tema Aero; os ajustes de proteção de tela e de ícones foram mantidos nos formatos de versões anteriores do Windows (slides 5 e 6); temos os ajustes da barra de tarefas e menu iniciar, que foram, basicamente simplificados em relação às versões anteriores (slides 7 a 9); temos as Opções de Pasta, também sem surpresas (slides 10 e 11); o que não pode dizer da seção de Fontes, esta sim remodelada, passando a seguir os padrões de outras áreas do sistema, como a de Programas (slide 12); dos slides 13 em diante temos as configurações de vídeo, destacando que o SO de 2009 foi a primeira versão que tentou melhorar a exibição dos itens e oferecer suporte fracionado de tamanho de texto (slides 13 e 14); ajuste de resolução de tela remodelado (slide 15); exibição de projetor ou monitor secundário (slide 16); ajustes na tecnologia proprietária de exibição de texto ClearType, considerando que o Windows 7 foi lançado numa época de transição das antigas telas CRT para as de LCD, que estavam ficando mais acessíveis (slides 17 a 19); as propriedades do monitor, praticamente inalterado desde o Windows 2000 (slides 20 a 23); além do ajuste aprimorado de cores (slides 24 a 26).

 


Na penúltima seção, começamos com a subseção Data e hora remodelada e, particularmente, bastante intuitiva em relação às versões mais recentes do Windows (slides 1 a 4); os ajustes de região e idioma, que, por sua vez, seguem as mesmas batidas desde o Windows 2000 (slides 5 a 9), destacando que o Thin PC não conta com o utilitário nativo de ajuste de idioma, conhecido internamente como lpksetup, ainda que mostre um grupo dedicado à esta configuração (slide 8); por fim, temos os ajustes de teclado, também com as mesmas batidas de outrora e sem grandes surpresas (slides 10 a 12).

 


Por último mas não menos importante é a seção Facilidade de acesso, que denotou uma preocupação maior da Microsoft em melhorar a acessibilidade do Windows em relação às versões anteriores (cuja área foi uma das que sofreu maiores alterações em relação ao Vista), permitindo um acesso rápido às ferramentas clássicas que o sistema já embarcava (slide 1); ajustes administrativos (slide 2); um assistente para o Windows direcionar os melhores ajustes de acessibilidade (slides 3 a 8); ajustes específicos por componentes (slides 9 a 15), destacando, no slide 14, o ajuste de teclas de alternância, que, particularmente, é útil, mesmo para o público em geral, para indicar quando a tela CAPS LOCK é habilitada, usando o speaker do computador.

 

Recursos nativos


Assim como o Windows 7 e graças ao Service Pack 1 integrado por padrão, o Thin PC traz a versão 8 revisada do finado navegador da Microsoft, o Internet Explorer, que foi muito importante por trazer diversas tecnologias mais modernas, como o motor Chakra para renderização de conteúdo Javascript, que estava se tornando tendência nas páginas web da época e, pode-se dizer, que foi a última grande versão do produto (slide 1), ainda contando com algumas janelas revisadas das versões anteriores, como a de downloads (slides 2 e 3); contudo, também da mesma forma que o SO base, também recebeu a derradeira versão 11, em novembro de 2013, chegando até ao patch 395, com a última atualização ESU lançada em janeiro de 2026 (slide 4) e, desta vez, vou aproveitar para mostrar um pouco mais sobre ele:

  • a janela de primeira execução (slide 5); o modo de navegação anônima, chamado aqui de inPrivate (slide 6);
  • a sugestão de pesquisas do Bing, que deixou de funcionar somente em 2026 (slide 7);
  • as mensagens exibidas na parte inferior da janela (slide 8);
  • o gerenciador de complementos, geralmente baseados na obsoleta e insegura tecnologia ActiveX (slide 9), com um truque para exibir todos, que são carregados internamente pelo SO (slide 10), sugerindo a remoção de todos os sites para todos eles como uma forma de contingência (slide 11); a gestão de provedores de pesquisa (slide 12); a seção de aceleradores, que era uma forma de adicionar funções ao navegador, mas, na prática foi pouco usado (slide 13); uma implementação de bloqueador de conteúdo, o mais próximo que o IE teve de um adblock nativo (slide 14); além de um verificador ortográfico (slide 15);
  • a janela para informar sites problemáticos, que permaneceu em inglês (slide 16);
  • um relatório de privacidade (slide 17);
  • o filtro SmartScreen, que verificava os sites, semelhante ao serviço de malware oferecido pela Google nos dias de hoje (slide 18);
  • a janela de Downloads, remodelada desde a versão 9 (slide 19);
  • o erro ao carregar sites, cujas mensagens foram revisadas na versão 10 (slide 20);
  • o modo de compatibilidade, para carregar sites realmente antigos, geralmente focados na versão 6 para baixo - e, acredite, ainda deve existir por aí, pois, do contrário, a Microsoft não teria razão em embarcar o Modo IE no Edge Chromium (slide 21);
  • a janela de redefinição do navegador, que nem sempre resolvia determinados problemas de estabilidade, pelo menos em meus testes quando precisei usar (slides 22 a 24);
  • a adição de uma página como favorito (slide 25);
  • a inspeção de página, onde, ao invés de abrir em uma aba do navegador, usa programas do sistema, como o Bloco de Notas ou mesmo o Word (slide 26);
  • a visualização de impressão, considerando que o IE ainda não tinha suporte nativo ao PDF (slide 27);
  • as janelas de propriedades da página, um dos resquícios das primeiras versões do navegador (slide 28);
  • as ferramentas de desenvolvedor, uma das novidades da versão, mas que, infelizmente, não carregou em meus testes, provavelmente por causa das últimas atualizações ESU que quebraram o recurso (slide 29);
  • as informações de segurança do site (slide 30);
  • a função de fixar sites na barra de tarefas, também vindo da versão 9 (slide 31);
  • o menu da barra principal (slide 32);
  • o modo com a guia abaixo da barra de endereços, adotado por padrão pela Microsoft por volta de 2018 (slide 33);
  • a barra lateral, que podia ser movida, aproveitando para citar a barra de favoritos habilitada (slides 34 e 35);
  • o recurso de supervisor, introduzido no Windows 2000, e que não era integrado com recursos de proteção familiar presente no Seven (slides 36 a 38);
  • e, por fim, os costumeiros erros, pois, se não tiver falhas, não é Internet Explorer, o mais usado browser de todos os tempos para baixar seus concorrentes (slide 39).

 


Outro componente legado (e, diferente do IE, seu sucessor não traz nem metade dos recursos que este tinha, mas isto é uma outra história) é o Windows Media Player, também na derradeira versão 12, que, na prática, foi apenas uma revisão da versão anterior, com polimentos e melhor integração de determinados recursos no sistema, como o modo de reprodução minimizado (slide 1); no mais, o assistente de primeira execução praticamente é o mesmo desde a longínqua versão 7 (slides 2 a 7). 

 


Agora vem os outros aplicativos, presentes no Windows 7 padrão e que não foram removidos do Thin PC: a janela Executar (slide 1); a calculadora, remodelada nesta versão, permanecendo presente em todas as versões de longo suporte do Windows 10 (slide 2); o visualizador XPS, formato que nasceu para competir com o PDF, mas não vingou (slide 3); o bom e velho Bloco de notas, sem integração com o conta e nem Copilot, que ainda sobrevive, ao menos, nas versões mais recentes do Windows PE (slide 4); o gravador de som, simples e objetivo (slide 5); o Prompt de Comando (slide 6), que ainda suportava a emulação de antigos componentes do DOS, como o command.com (slide 7) e o edit.com, que se tornou código aberto em 2025, para quem quiser matar a saudade (slide 8); um editor de caracteres particulares, um recurso bem nichado e esquecido no tempo (slides 9 e 10); a janela de informações do sistema, que ainda resiste nas versões mais recentes do Windows 11 (slide 11); o editor de registro, com as informações da base do sistema com as atualizações ESU de janeiro de 2026 (slide 12); a limpeza de disco, turbinada ao longo dos anos para suportar a limpeza de arquivos do Windows Update - como eu detalho aqui (slides 13 e 14); o bom e velho editor de caracteres, que pouco mudou ao longo das décadas e resiste até os dias de hoje, praticamente inalterado, mesmo na época do emojis (slide 15); a restauração do sistema, que, mesmo no Seven, nem sempre resolvia os problemas (slide 16); a discagem telefônica, sendo o mesmo programa do Windows 95/NT 4 e, por incrível que pareça, ainda presente em 2026 no sistema (slides 17 e 18); um recurso escondido no sistema e também esquecido no tempo, ligado ao gerenciador de eventos (slides 19 e 20); o IExpress 2, o mesmo desde o IE 4, ainda presente no sistema, mesmo sendo obsoleto e inseguro (slide 21); um programa para lidar com dispositivos SCSI, já em desuso mesmo na época (slides 22 e 23); o Windows Installer, que chegou na derradeira versão 5 e permanece assim até hoje (slide 24); as propriedades do kernel em um sistema limpo (slide 25); o velho gestor de banco de dados ODBC, herdado do Windows 3 (slides 26 e 27); o gravador de passos, para fins de depuração, semelhante ao que temos no Office para uso em macros (slide 28); recurso de criptografia pré-BitLocker (slide 29); assistente alternativo de compartilhamento de pasta (slide 30); verificador de assinatura digital de programas, absorvido com o sistema ao longo dos anos (slides 31 e 32); verificador de driver, semelhante ao disponível desde o Windows 2000 (slide 33); o Centro de Mobilidade, focado em dispositivos portáteis, ainda presente no SO da Microsoft embora abandonado (slide 34); o visualizador de fax e scanner, desmembrado do visualizador de imagens e, rigorosamente, o mesmo programa do Vista, sendo possível removê-los na seção de recursos, já que é considerado inseguro (slide 35); o programa de conexão de área de trabalho remota, conhecido pela sigla MTSC, focado na conexão remota pelo protocolo RDP, que recebeu a revisão com os recursos do Windows 8.1 (slide 36); as configurações de ajuda, sendo o Seven a última versão que mexeu no recurso (slide 37).

 


Decidi destacar à parte o Paint, clássico editor de imagens Bitmap do Windows, remodelado no Seven para adotar a interface Ribbon, abandonando padrões vistos desde os primórdios do SO da Microsoft, dando sobrevida ao recurso que foi a padrão até em todas as versões do Windows 10 (ainda que quase tenha sido descontinuado em 2018).

 


O mesmo para o WordPad, editor de arquivos de texto no formato RTF, cuja renovação foi bem-vinda e muito necessária (em comparação com sua interface ultrapassada, ganhando até alguns pequenos recursos vistos no Word) para quem não tinha condições do adquirir a suite de aplicativos da empresa de Redmond (numa época que o Office 365 ainda não existia direito - mesmo iniciado em 2010) e este, embora menos popular que o Paint, teve uma sobrevida maior: permaneceu até o Windows 11 23H2 sem ser incomodado até a Microsoft resolver removê-lo.

 


Como eu falei na seção Facilidade de Acesso, o Windows 7 deu passos importantes (ainda que insuficientes, mesmo nos dias de hoje) na melhoria da acessibilidade do sistema, dando uma necessária repaginada nos recursos, que não tinham grande atenção desde o Windows 2000, como a Lupa (slides 1 a 3); o Narrador (slide 4); e o Teclado (slides 5 e 6).

 


O Gerenciador de tarefas, em si, não é muito diferente, se comparado com o Vista (slides 1 a 6), mas o Seven trouxe um reforço na gestão de partes do sistema, que é Monitor de Recursos (slides 7 a 11), permitindo ver com detalhes informações que o taskmgr não fornecia com precisão, como monitoramento de sites e de processos internos.

 


O Windows Explorer não é muito diferente do visto no SO de 2006, recebendo pequenos polimentos e um visual mais limpo e direto ao ponto, cuja estabilidade e melhoria de resposta não pode ser ignorado; no mais, temos a visualização no modo Meu Computador (slide 1); das bibliotecas, cuja função foi simplificada aqui, mas na prática, pouco usada - tanto que foi abandonado no 8.1 (slide 2); a pasta do usuário (slide 3); os modos de visualização, levemente aprimorados em relação à versão anterior (slide 4); o assistente de compartilhamento modernizado nesta versão (slide 5); o verificador de erros gráfico, simples e objetivo - ainda que a Microsoft tenha o simplificado ainda mais a partir do Windows 8 (slide 6); o desfragmentador de disco, também remodelado e simplificado aqui, mas que ainda não era otimizado para SSDs, que estavam começando a se popularizar na época e só viriam a ter um melhor suporte a partir de 2012 (slides 7 e 8).

 


O Console de Gerenciamento era, rigorosamente, a mesma versão vista no SO de 2006 e, mesmo sendo uma parte chave para a gestão do sistema na época - na ausência de algo melhor - praticamente não recebeu novidades no Seven, permanecendo na versão 3, mas é preciso destacar a melhoria de suporte de drivers, mantendo a base iniciada no Vista, mas aumentando a confiabilidade, denotando um sistema mais estável (slides 3 e 4); a adição de uma gestão avançada de Firewall, vinda do Windows Server, deu mais possibilidades ao recurso introduzido pelo XP SP2 (slide 5); e, se hoje é um recurso indispensável, segundo a Microsoft, o Seven já suportava o Trusted Platform Module, conhecido pela sigla TPM, um chip de segurança para auxiliar em tarefas que envolvem criptografia, como o Secure Boot (que o SO de 2009 ainda não suportava) e o BitLocker (slide 10); no mais, temos o Gerenciamento do computador (slide 1); de dispositivos (slide 2); de certificados (slide 6); serviço de indexação básico - não o utilizado pelo Windows Search, que falarei daqui a pouco (slide 7); os serviços de componente, ligado ao importante visualizador de eventos (slide 8); ao editor de política de grupo, conhecido como gpedit.msc (slide 9). 

 


Pela primeira vez nativamente no sistema, o Windows PowerShell, inicialmente na versão 2 (slide 1), embora não seja tão simples quanto a Microsoft quer propagar, deu novas possibilidades na gestão do sistema, se tornando, aos poucos, tão importante, ao ponto da empresa de Redmond torná-lo código aberto, em 2019; no mais, a versão clássica foi sendo atualizada ao longo dos anos, chegando à versão 4, a mesma do Windows 8.1 (slide 2), ainda que tenha recebido a derradeira versão 5.1 (cuja "novela" eu acompanhei na época e mais detalhes podem ser vistos aqui) e, nisto, inclui o modo ISE, que é um ambiente com ferramentas avançadas que automatizam o uso do terminal (slides 4 e 5), mas que exige o .NET Framework 3.5.1 ou superior (que é nativo do Seven mas não no Thin PC, cujos detalhes eu também falo aqui), do contrário não funciona (slide 6).

 

Outras informações  


Caso você conheça um pouco o Windows (ou, no mínimo já tenha visto alguns de meus artigos) deve ter percebido que, por projeto, vários componentes considerados clássicos do Seven não estão presentes no Thin PC, já que, na prática, não são tão essenciais e exigem recursos que um thin client normalmente não dispõe e, considerando que a adição de recursos está desativado, como eu falei anteriormente, graças ao fato do sistema ter sido feito com base no Embedded, um projeto chamado Missed Features Installer (slides 1 e 2) se aproveitou disso e disponibilizou uma forma de adicionar estes recursos graças aos módulos da edição focada em dispositivos embarcados e pode ser baixado clicando aqui (também disponível para outras versões do SO da Microsoft); desta forma, é possível ter acesso às Notas autoadesivas (slide 3); Ferramenta de captura, levemente polida no Seven (slides 4 a 6); painel de expressões matemáticas, um recurso do velho projeto TabletPC (slide 7); Diário do Windows, idem (slide 8); painel de digitação, da mesma iniciativa, considerando que o suporte à telas sensíveis ao toque ainda não era muito melhor que versões anteriores do sistema (slides 9 a 17); reconhecimento de fala, que, na prática, nunca suportou o Português Brasil, cuja Microsoft ainda está atrás neste quesito, se comparar com a Google e a Samsung (slides 18 e 19) o Windows Defender, que nesta época, ainda era só um anti spyware, (lembrando que, nesta mesma ocasião, a empresa de Redmond já oferecia um anti malware/anti rootkit chamado Microsoft Security Essentials, instalado separadamente, que seu uniu com o antigo Defender para gerar o antivírus nativo presente a partir do Windows 8), não muito diferente do que tinha no Vista, contudo, ainda recebia atualizações de definições na data original deste artigo, mesmo num sistema oficialmente obsoleto (slide 20); o Windows Mail, praticamente o mesmo do Vista, tem uma história curiosa: ele não está presente nativamente no Seven mas é possível habilitado, inclusive com suporte ao idioma do sistema (slides 21 a 24); já o Calendário, ficou restrito aos primeiros betas do projeto Vienna - que originou o SO de 2009 - e, por isto só existe em inglês (slide 25); o sistema de indexação do Windows Search, levemente aprimorado em relação ao Vista, melhorando um pouco a busca de documentos (slide 26); e o Windows CardSpace, integrado ao .NET Framework 3.x, que, na prática, era redundante com o gerenciador de credenciais nativos do Windows e, por isso, teve baixa adesão (slide 27).

 


Também em comparação com o SO de 2006, o Media Center, amadurecido ao longo dos anos, chegou ao Seven mesmo com o conceito não tendo caído no gosto do público e, por isso, foi a última versão em que o recurso foi oficialmente desenvolvido (ainda seria embarcado no 8.x como uma edição própria do sistema, como eu falei no artigo dedicado, fora o fato de entusiastas tentarem adicioná-lo no Windows 10, mesmo com todas as limitações e incompatibilidades, como pode ser visto aqui).

 


Quanto aos jogos, embora não sejam muito diferentes dos que estavam presentes no Vista, receberam alguns polimentos e, aliados ao DirectX 11, foram um dos grandes chamarizes do SO de 2009 (tanto que, pela popularidade, desenvolvedores deram a possibilidade de instalá-los em versões mais recentes do Windows, já que a Microsoft os removeu do 8.x em prol de sua nova plataforma de aplicativos); no mais, temos o Explorador de Jogos, uma área exclusiva que reunia os jogos instalados e identificados pelo sistema, permanecendo até o Windows 10 1607 (slide 1); o clássico campo minado (slide 2); um jogo de xadrez, que suportava tanto o 2D quanto o 3D, dependendo da placa gráfica instalada (slide 3); o FreeCell, jogo de cartas esquecido pela Microsoft nas implementações mais recentes (slide 4); o jogo de Copas (slide 5); os jogos de internet, embarcados pela última vez aqui, mas que já não funcionam mais (slides 6 a 8); o jogo de mahjong (slide 9); o divertido Purble Place, que consiste em montar bolos (slide 10); o Paciência, com o clássico modo klondike (slide 11); e, por fim, o Paciência Spider (slide 12).

 


Numa época que CDs e DVDs ainda eram muito utilizados (já que a memória Flash, dos cartões de memória e pen drives, ainda estavam em ascensão de popularidade), o Seven ainda embarcava um criador de DVDs, desmembrado do editor de vídeos Movie Maker (agora disponível avulso, no pacote Essentials e fundido com a Galeria de Fotos, como eu detalhei aqui) e polido em relação ao Vista, limitado à duração padrão do disco e, assim como os jogos, também dependente da placa gráfica para funcionar.

 


Dois projetos que surgiram ao longo dos anos facilitaram bastante a gestão de atualizações de versões antigas do Windows, numa época que a Microsoft ainda não agrupava num único arquivo (e, por isso, não era incomum a listagem de mais de 200 atualizações instaladas - sem falar dos hotfixes, que dobrava esta quantidade - até o lançamento do Pacote de Conveniência, em 2016, e do modelo de atualizações cumulativas visto no Windows 10, em 2018, que reduziram este número a cerca de 50 no final do suporte do SO de 2009, como eu detalho aqui): o Legacy Update, que, mesmo focado no Windows XP e anteriores, é muito útil também no Vista e no Seven para manter o Windows Update e o sistema de ativação funcionado, usando o antigo modelo de instalação de atualizações baseado em ActiveX, que funciona sem grandes surpresas em meus testes (slides 1 a 5); e o UpdatePack (slides 6 a 12), do desenvolvedor russo Simplix, este focado no SO de 2009, que reuniu todas as atualizações aplicáveis, com a telemetria e checagens de processador removidas, inclusive as ESUs, dando uma sobrevida ao NT 6.1, mesmo após o fim do suporte oficial, em janeiro de 2020 (no caso do Thin PC, por ser base Embedded, durou um pouco mais: até outubro de 2021) até o final do suporte do programa Premium Assurrance ao Server 2008 / R2, em janeiro de 2026, poupando o tempo do usuário, podendo ser baixado clicando aqui.

 


Antes de concluir, não posso de deixar de falar nos pequenos polimentos feitos na parte de encerramento da sessão do sistema, como a janela de desligamento (slide 1); a parte prévia, caso alguma coisa esteja truncando o processo (slide 2); o encerramento em si, seja para desligamento ou reinicialização (slide 3); a inicialização (slides 4 e 5); os processos prévios para configurar atualizações ou serviços, cujo texto só foi alterado no Windows 10 Versão 21H2 ou superior (slide 6); a instalação de atualizações em si, alterado, em relação ao Vista, para porcentagem, indo até o 30% antes de reiniciar para concluir os outros 70% (slide 7); mas, que, dependendo da atualização, no caso de um Service Pack ou atualização do Internet Explorer, utilizar o sistema de etapas introduzido com o SO de 2006 (slide 8); quando algo dá errado, ele tenta reverter (slide 9); em seguida, tenta repetir a instalação (slide 10); nos slides 11 a 15, aproveitei para encaixar o funcionamento do modo de segurança e de inicialização avançada, também muito parecido com o Vista (e ainda pode ser habilitado nas versões mais recentes do Windows 11, sendo o Seven a última versão a permitir que a imposição de assinatura de drivers possa ser desabilitada no sistema sem grandes complicações (pelo fato de ainda suportar a instalação de drivers não assinados, dependendo do cenário), sendo uma opção dificultada, por razões de segurança, a partir do Windows 8.

 

Conclusão 

Nestes mais de dez anos que analiso mais detalhadamente as mais diversas versões do SO da Microsoft (fora os mais de quinze que eu uso no dia a dia - se bem que, atualmente, é bem menos do que outrora, já que os rumos tomados com o Windows 11 me fizeram optar por usar mais o Linux no dia a dia e até que estou me saindo bem sem dual boot, porém já estou desviando do assunto) e posso concluir que o Windows NT 6.1 reuniu todas as qualidades das versões anteriores, seja a estabilidade do 2000 / XP, a beleza do Vista (embora aqui polida e contida), a familiaridade e a tradição do 95 / NT 4, tornando o SO de 2009 a versão mais coesa e madura já feita do Windows até aqui (tanto que foi o último grande projeto da era Steve Ballmer e de um esquema de desenvolvimento clássico, sem muitas automatizações e com uma integração maior com as OEMs), até que o lançamento do Azure, em 2010 e a ascensão dos smartphones como o principal aparelho de massa mudaram os rumos da Microsoft e ela acabou se perdendo (como eu mostrei no artigo sobre o Windows 8), podendo dizer que a base solidificada aqui ainda está segurando um pouco as pontas para que o sistema não se torne um novo Longhorn (tanto que a própria empresa reconheceu isso em 2026 e está tentando correr atrás do prejuízo).

Quanto ao Thin PC em si, arrisco-me a dizer que ele falhou em atender o nicho para qual foi destinado (se afastando muito do propósito do FLP - que tinha mais motivo para existir, como eu citei na introdução) e, ainda por cima, canibalizou o próprio Embedded, já que, mesmo com a remoção de muitos recursos, ainda é um sistema muito inchado (obviamente que, guardadas as devidas proporções, nem se compara com um Windows 11 da vida, mas a manutenção de elementos como o compositor de temas foi um tanto estranha, sendo mais robusto até que a edição Starter neste quesito) e a carência de um suporte maior de hardware (restrito aos processadores de 32 bits e sem suporte a ARM) não o tornaram uma opção viável no dia a dia dos thin clients, que não precisam de mais que uma firmware genérica para acesso remoto e penso que um Windows CE adaptado seria uma proposta superior, mas a Microsoft ainda não estava preparada para isso e só evoluiria um pouco com o Windows IoT (mas o estrago já estava feito e, na prática não atingiu o que poderia se esperar).

Seguem os links que, como de costume, serviram de base e complementam o artigo:

Mais uma vez agradeço por ter chegado até aqui e até uma outra oportunidade. Como sempre, não deixe de ficar ligado no Blog de Bruno A. Vieira.


9 de setembro de 2015

[DEPRECIADO] Windows 7: Dicas para melhor aproveitamento do sistema


Aviso: Para ver as imagens em resolução maior, clique com o botão direito e abra-a em nova guia (também dá para apertar a rodinha do mouse).
Papel de Parede oficial do Windows 7 Starter.

O Windows 7, a bem sucedida versão do sistema operacional da Microsoft, lançada em Outubro de 2009, permanecia isolado na liderança do ranking de sistemas operacionais para desktop, com 47,21%, segundo levantamento divulgado pelo Net Market Share em Outubro de 2017, ante 29,09% do Windows 10 (apesar do SO de 2009 permanecer estável, pesquisas e setores continuam apontando que a atual versão do SO da Microsoft está ficando cada vez mais popular, até superando a antiga em alguns levantamentos; contudo, na prática, o Seven ainda é bastante utilizado pelos usuários ao redor do mundo).

E caso você não tenha adquirido "gratuitamente" o Windows 10 (cuja promoção se encerrou em 29 de Julho de 2016 - mas permanece disponível para usuários com tecnologias adaptativas, além de relatos apontarem que ainda é possível realizar a ativação com seriais originais tanto do Windows 7 como do 8.1), ou esteja querendo fazer um downgrade do Windows 8 (que já não é suportado desde 12 de Janeiro de 2016, junto com algumas versões do Internet Explorer, como falarei no tópico dedicado ao browser), eu trago ao longo deste artigo dicas de como aproveitar melhor esta versão do Windows, após mais de 7 anos de mercado.

Para uma navegação melhor, estas são as seções que serão tratadas neste artigo:

Service Pack 1

Tela de Apresentação do instalador do Service Pack 1 para Windows 7.

O Pacote de Serviços do Windows 7, lançado em 22 de fevereiro de 2011, integrou as atualizações do sistema até a data de seu lançamento, e trouxe aprimoramentos, melhoria de desempenho e, principalmente, compatibilidade com programas mais recentes. E, considerando que o suporte da versão RTM do Windows 7 já oficialmente expirou em 9 de abril de 2013, e que, para executar programas como o Office 2013 ou o Visual Studio 2013 é necessário o Service Pack 1 instalado, é extremamente essencial instalar esta atualização.

Antes, é recomendável instalar a Preparação para a Atualização (clique na imagem abaixo), que ajuda a evitar certos imprevistos ao instalar as atualizações. Em seguida, instale o arquivo do Service Pack 1 (KB976932).

Atenção: Fique atento quanto à arquitetura do sistema que está instalado em sua máquina. Isto vai servir para o restante deste artigo e para qualquer programa que você for instalar em seu computador. Para saber mais, clique aqui.

O processo pode levar algum tempo (cerca de 30 minutos, mais ou menos), dependendo das configurações do hardware de seu computador. Se der tudo certo, após o(s) reinício(s), irá mostrar esta janela:
Janela mostrada após a instalação do Service Pack 1.

Atualização: Numa atitude um tanto surpreendente, a Microsoft anunciou, no dia 17 de Maio de 2016, a disponibilidade de um "Pacote de Conveniência" (mais informações leia aqui ou aqui), que nada mais é um pacote cumulativo opcional, que reúne todas as atualizações de segurança e de correção de bugs lançadas desde o Service Pack 1 até Abril de 2016, facilitando a vida dos usuários que, por ventura, precisem reinstalar o sistema, evitando ter que baixar as centenas de atualizações de segurança e alguns hotfixes lançados neste meio-tempo (é possível integrá-la, junto a outras atualizações, numa imagem de disco do sistema - para mais informações, veja aqui - em inglês). Vale ressaltar que, para fins de convenção, este NÃO pode ser considerado um Service Pack 1a, tampouco um Service Pack 2, pois o ciclo de vida do Windows 7 não foi alterado (a data do fim do suporte permanece sendo 14 de Janeiro de 2020).

Para instalá-lo, além de exigir o Service Pack 1, é requisitado o Servicing Stack Update (oficialmente traduzido em PT-BR como "Atualização da Pilha de Manutenção"), que não precisa necessariamente ser a versão da época do lançamento do hotfix mas sim a mais recente para o Windows 7 (já que é atualizado constantemente pela Microsoft para os seus SOs com suporte).

Com isso, o Convenience Rollup pode ser baixado aqui (x86) ou aqui (x64). Antes de instalá-lo, recomendo dar uma olhada neste artigo, que sugere a instalação de atualizações adicionais para melhores resultados, sendo que os hotfixes (incluindo o Pacote de Conveniência) podem ser encontrados no fórum referente ao artigo indicado e os outros pacotes no Catálogo Microsoft Update.

Desabilitar Bibliotecas e Outras Opções

Uma das coisas que a Microsoft fez no Windows 8.1 e posteriores foi desativar as bibliotecas, que, na prática, não era uma função tão útil. A questão é que é possível desativar as bibliotecas no Windows 7, bastando instalar o registro contido no arquivo que pode ser baixado aqui. Também é possível ocultar o botão do Grupo Doméstico, baixando e aplicando este arquivo de registro.
Janela do regedit após a aplicação do registro para Desabilitar Bibliotecas. Aviso: toda vez que o Windows Explorer é atualizado (dá para notar quando, após a reinicialização solicitada por atualizações, mostra uma janelinha no canto esquerdo atualizando componentes da Área de Trabalho), é necessário instalar o registro novamente.

Outra opção que dá para adicionar é a possibilidade de Copiar ou Mover para a pasta que você selecionar, a partir de um assistente, clicando com o botão direito sobre um ou mais arquivos, podendo ser uma alternativa ao Recortar (CTRL + X) e Copiar (CTRL + C) já corriqueiros.
Exemplo de mais de um arquivo selecionado, com as opções descritas em destaque.

A Janela do Assistente vai solicitar qual a pasta que você deseja transferir seu arquivo.

Pode-se também adicionar a opção "Executar como Administrador" para instaladores MSI, scripts VBS ou PS1 (PowerShell), clicando aqui, aqui e/ou aqui, respectivamente.
Exemplo de opções de um arquivo MSI, com o registro aplicado.

Temos, ainda, a opção de criar arquivos de lotes do CMD (.bat) ou o script PS1 acessando diretamente a opção 'Novo', ao clicar com o botão direito na Área de Trabalho. Estes podem ser baixados aqui e aqui, respectivamente.
Ao acessar o menu da Área de Trabalho, pode-se ter acesso às opções descritas no parágrafo acima.

Todos os recursos relatados nesta seção também servem para as versões posteriores do Windows, como a 8.x e as compilações do 10. Lembrando que, em cada arquivo relatado, tem a possibilidade de reverter a operação sem grandes problemas. Para configurar outros recursos de forma mais intuitiva, use o WinAero Tweaker, do desenvolvedor russo Sergey Tkachenko.

Por último, se estiver fazendo dual boot com alguma distribuição GNU / Linux (incluindo o Android x86 e derivados), já deve ter tido algum problema com o fuso horário nos dois sistemas. Para resolver isto, é só instalar um registro no Windows, que impede que o sistema Linux altere o horário novamente. Este pode ser baixado aqui.
Lembrando que, para fazer quaisquer alterações no Registro do Windows, é necessário estar atento às ações realizadas, já que, por ser uma alteração relativamente profunda, pode ser solicitado permissões administrativas.

Habilitar as opções de Personalização


Área de Trabalho original do Windows 7 Starter.

Caso a versão do Windows 7 que você esteja utilizando ainda seja a Starter ou a Home Basic, e não tenha planos de formatá-lo tão cedo, é possível habilitar as opções de personalização que foi desativada pela Microsoft. É um processo simples, seguro e bastante eficiente.
Opções de Personalização originais do Windows 7 Starter.

Para tal, é necessário instalar o Personalization Panel 1.2.1, que faz todo o trabalho, cujo programa pode ser baixado aqui.
Janela de instalação do Personalization Panel 1.2.1.

Talvez ele não peça, mas é necessário reiniciar o sistema após a aplicação do patch, pois pode acabar se deparando com esta janela, ao clicar com o botão direito na Área de Trabalho, na opção Personalizar:
Janela de Personalização no Windows 7 Starter após a instalação do PP 1.2.1 e antes da reinicialização.

Não é um erro, pois, após o reinício da máquina, será possível ter praticamente todos os recursos de personalização que as versões mais avançadas do Windows 7 (como o Professional, por exemplo).
Área de Trabalho do Windows 7 Starter após a aplicação do PP 1.2.1 (Perceba o Windows Aero habilitado).

Janela de Personalização (disponível oficialmente nas versões Home Premium, Professional, Enterprise e Ultimate) no Windows 7 Starter.

Para incrementar ainda mais as opções de personalização no seu Windows 7 Starter ou Home Basic, você pode baixar os temas e os wallpapers oficiais das versões mais completas do SO, extraindo os arquivos na pastas "C:\Windows\Resources" (para os temas) e "C:\Windows\Web" (para os papéis de parede). Os arquivos foram extraídos do Windows 7 Professional SP1.

Pacotes Redistribuíveis do Microsoft Visual C++

Como o título sugere, estes pacotes contem bibliotecas necessárias para a execução de determinados programas e jogos desenvolvidos na linguagem C++. Por isso é recomendável sua instalação, através dos links oficiais das versões 2005, 2008, 2010 (x86 e x64), 2012, 2013 (x86 e x64) e 2019 (x86 e x64). Mais informações, neste artigo oficial.

Entretanto, os links disponibilizados das versões 2005 a 2013 não contêm os binários mais recentes, sendo necessário baixar um pacote de terceiros que contêm as DLLs e MSIs atualizadas das versões citadas, recomendando aqui os pacotes disponibilizados pelo desenvolvedor Abbodi (mais informações, clique aqui).

Além disso, foi anunciado, junto com o Visual Studio 2015, uma versão mais robusta e evoluída dos pacotes de biblioteca C, conhecido como Windows Universal C Runtime, que vem por padrão no Windows 10, mas que contem arquivos destinados aos SOs Windows Vista e superior. A versão específica para seu computador é disponibilizada via Windows Update (ou acessando o boletim mais recente, clicando aqui). Mas, se preferir, é possível baixar um pacote completo com todos os arquivos de todos os sistemas suportados, clicando aqui.

Você também pode instalar o Microsoft SQL Server Compact 4.0, que pode ser baixado aqui.
Instalador do Microsoft Visual C++ Redist.

Microsoft Camera Codec Pack

Presente nativamente no Windows 8.1, este pacote adiciona drivers e componentes para instalação de câmeras e edição de imagens ao Windows Vista e posteriores. Para instalar no Windows 7, clique aqui (Fique atento às atualizações do componente via Windows Update, se disponível).
Instalador do Microsoft Camera Codec Pack no Windows 7 SP1.

Windows Update

Para poder utilizar o Windows Update no Windows 7, é necessário ter, pelo menos, a versão 7.6.7600.256 instalada. Para baixá-la, clique aqui.
Instalador do Windows Update Agent 7.6.7600.256.

Fique atento às atualizações lançadas pela Microsoft para aprimorar o funcionamento do Windows Update. Caso esteja tendo problemas ao procurar as atualizações, dê uma olhada neste artigo. Aviso: esta é uma atualização opcional.

Ou, ainda, caso esteja querendo uma alternativa mais robusta e completa, desenvolvedores russos criaram o Windows Update MiniTool, com foco no Windows 10 (um substituto ao restritivo cliente de atualizações do atual SO), mas que funciona com o Windows XP ou superior (segundo o fórum do desenvolvedor, o programa pode funcionar até mesmo com o antigo Windows 2000). Junto com a versão russa, o programa possui uma em inglês, e esta pode ser traduzida para PT-BR através de um arquivo de tradução. A versão mais recente pode ser baixada aqui.
Windows Update MiniTool 30.09.2016, em Português Brasil, no Windows 7 com Service Pack 1.

Observação: em Agosto de 2016, a Microsoft anunciou que iria mudar o modelo de atualizações do Windows 7, do Windows 8.1 e do .NET Framework (que será falado adiante), e que começou a ser aplicado a partir de Outubro do mesmo ano, adotando o mesmo modelo de atualizações cumulativas, existente no Windows 10. Mais informações, leia aqui.

Limpeza de Disco

Janela do Limpeza de Disco (cleanmgr) no Windows 7 SP1 após a instalação da atualização KB2852386.

Desde o Windows 8, a Microsoft aprimorou a conhecida ferramenta Limpeza de Disco, adicionando a função de limpar arquivos do sistema, tais como backups de atualizações. E este recurso foi portado para o Windows 7, cujo pacote pode ser baixado clicando na imagem abaixo. Aviso: ela já vem integrada no Pacote de Conveniência.

Aproveitando a seção, é possível configurar a Limpeza de Disco, selecionando quais recursos ela pode limpar, priorizando-as em futuras verificações. Você pode usar o comando "%SystemRoot%\System32\cmd.exe /c Cleanmgr /sageset:65535&Cleanmgr /sagerun:65535" (sem as aspas), ou, se preferir, pode baixar o arquivo que automatiza o processo, clicando aqui.
Utilitário de Configuração do Limpeza de Disco no Windows 7 SP1

DirectX

Ferramenta de Diagnóstico do DirectX (dxdiag) no Windows 7 SP1.

A famosa API de jogos e renderização da Microsoft chegou até a 11.1. Como ela é importante para o desempenho de vídeo de seu computador (seja gamer ou não), é interessante mantê-lo atualizado. Para tal, caso seja necessário, baixe a Atualização da Plataforma para o Seven, que inclui este e outros recursos de mídia. clicando na imagem a seguir. Aviso: ela já vem embutida com o Pacote de Conveniência.

Windows Management Framework

Console do Windows PowerShell (WMF 5.1 Final - versão 10.0.14409.1005) no Windows 7 SP1.

O WMF compreende os recursos relacionados ao Windows PowerShell, console de comandos da Microsoft lançado em 2006, muito utilizado por administradores em servidores, por exemplo.

Surpreendentemente, após o conturbado lançamento do WMF 5, entre a virada de 2015 e o início de 2016 (ela pode ser baixada clicando aqui, somente em inglês - Atenção: ela exige o WMF 4 instalado), a Microsoft lançou uma versão atualizada (pode-se dizer, intermediária), a 5.1, em 20 de Janeiro de 2017, para o Windows 7 SP1 / Server 2008 R2; Server 2012; e Windows 8.1 / Server 2012 R2 (apesar da numeração da compilação indicada na legenda da imagem acima, as funcionalidades são referentes ao Windows 10 1607 / Server 2016), contendo aprimoramentos e algumas novidades. Mais informações, leia aqui.
Uma das novidades, entretanto, que se refere ao novo cmdlet Get-ComputerInfo, não funciona corretamente justo no Windows 7 SP1. Como mostra a imagem acima, o erro, relatado aqui, está em um módulo ausente do kernel32.dll (GetFirmwareType), que só foi introduzido a partir do Windows 8, impedindo o funcionamento do comando, deixando os usuários do SO de 2009 a ver navios, já que a falha dificilmente será corrigida, considerando que o sistema já se encontra em suporte estendido.

Para baixar o Windows Management Framework 5.1 nas versões do Windows citadas, clique na imagem abaixo. Não é necessário ter o WMF 4 instalado. Entretanto, assim como a versão anterior, está disponível somente em inglês.

Mas, se preferir, os usuários do SO de 2009 com o Service Pack 1 instalado poderão optar pela versão 4, que pode ser baixada clicando aqui (Observação: como compensação ao problema do WMF 5 RTM, a equipe de desenvolvimento lançou um hotfix para o WMF 4, cujo artigo pode ser lido aqui - para baixar o hotfix, clique aqui para a versão de 32 Bits; ou aqui, para a de 64 Bits).

Aviso: Para instalar o Windows Management Framework, é necessário ter o .NET Framework 4.5(.2) ou superior (cujo assunto falarei a seguir).

Ainda, antes de instalar o WMF, é necessário aceitar os tratados, como mostrados na imagem a seguir.


Por último, desde que o PowerShell se tornou open source, em Agosto de 2016, está em testes a futura versão 6.0, disponível aqui para os usuários das Distribuições Linux Ubuntu (DEB), CentOS (RPM); macOS (estes, apenas x64); além do Windows 7 (x86 e x64), 8.1 / Server 2012 R2 e 10 / Server 2016 (estes, só x64), em pacotes MSI. Apesar disso, não é garantido que o SO de 2009 receba a versão final. Qualquer novidade continuarei atualizando esta seção.

.NET Framework

Tela de carregamento do instalador, após a extração dos arquivos.

Este é um vasto conjunto de bibliotecas de componentes da Microsoft, lançado em 2001, necessário para a execução de diversos programas (como o WMF citado anteriormente, e muitos outros, alguns, por exemplo, que ainda citarei neste artigo). O Windows 7 já vem com a versão 3.5 SP1 (que inclui as versões 2 e 3, necessárias por razões de compatibilidade) instalada por padrão.
Para dar prosseguimento à instalação, é necessário aceitar os Termos de Licença. Vale ressaltar que, desde a 4.6.2, a Microsoft removeu a opção de habilitar ou desabilitar o envio automático de informações (Telemetria), estando sujeito às Políticas de Privacidade da empresa.

Porém, junto com o lançamento de mais uma versão majoritária do Windows 10, a 1903 (também conhecida como 19h1 ou May 2019 Update, sob compilação 18362), em 13 de Abril de 2019 (na verdade, era para ter sido disponibilizado em Outubro de 2018, junto com a versão 1809 do Windows 10, mas, com os problemas desta versão do SO da Microsoft, o desenvolvimento se estendeu), veio mais uma revisão do .NET Framework, chegando à versão 4.8, que substitui as versões 4 a 4.7.2 (lembrando que as versões 4, 4.5 e 4.5.1 já não são mais suportadas  - vale ressaltar que, a partir  da compilação 17763, as versões 3.5 e 4.7.2 do .NET Framework já não são mais considerados como parte do Windows, com fim de suporte definido para 2028 e sistema de atualização diferenciado); cujo instalador completo (offline), revisado (compilação 3928), pode ser baixado aqui (observação: a atualização KB4019990, exigida à parte até a versão 4.7, agora vem embutida no pacote ou, provavelmente, já estará instalado junto com a atualização de se segurança cumulativa mensal mais recente) e o pacote de idiomas para PT-BR, aqui.
A instalação leva algum tempo. É muito importante mantê-lo atualizado, instalando as atualizações que aparecerem do componente no Windows Update.

Agora, se você é desenvolvedor, e possui as versões 2012, 2013 ou 2015 do Visual Studio, ou alguma outra IDE suportada, é recomendável a instalação do Developer Pack, que já vem com o runtime embutido, cujo instalador offline revisado e o pacote de idiomas em PT-BR podem ser baixados clicando aqui e aqui, respectivamente.


Internet Explorer

Internet Explorer 8 no Windows 7 SP1 (perceba o erro na palavra "Atualização" na janela "Sobre o Internet Explorer", provavelmente ocasionado pelo pacote de idioma.)

A versão presente do IE de forma nativa no Windows 7 é a 8 (que, junto com as versões 9 e 10 do navegador, não receberá mais atualizações de segurança por parte da Microsoft, como informa este tópico - além disso, sites como o Google já não oferecem mais assistência ao IE há um bom tempo). Mas a última versão do Internet Explorer, que suporta o sistema, é a 11 (que é a versão nativa do Windows 8.1 e do Windows 10, cujo estágio de desenvolvimento não é mais tão ativo, já que foi abandonado em favor do Microsoft Edge, apesar de que vai continuar recebendo atualizações durante o ciclo de vida do SO). Como ele é um componente nativo do Windows, é muito importante mantê-lo atualizado, mesmo que o utilize apenas para acessar sites de bancos e outras páginas que funcionam melhor nele (ou nem mesmo o use, apenas abrindo-o para baixar outros navegadores...). Para tal, é necessário estar atento às atualizações de pré requisito que o IE 11 precisa (ele poderá baixar algumas das atualizações que forem necessárias durante a instalação, mas, se achar interessante, não deixe de dar uma olhada - se preferir, o Pacote de Conveniência pode ser usado como pré-requisito no lugar).

Para baixar a versão correta do Internet Explorer 11, acesse esta página.

Abaixo seguem imagens do processo de instalação do Internet Explorer 11. O processo pode levar vários minutos e vai solicitar o reinício da máquina (Caso você esteja atualizando o IE pela primeira vez no sistema, ou seja, indo da versão 8 para a 11, pode ser que ele feche o Windows Explorer na hora de instalar o navegador, e o reinicie em seguida, talvez nem precisando reiniciar o computador).







Internet Explorer 11 no Windows 7 SP1.


Um dos recursos adicionados na versão 9 é a Proteção contra rastreamento, sendo, na prática, um adblock nativo para o IE; porém, a base de dados já não está mais disponível oficialmente; graças ao site Filterlists, é possível ter uma relação bem completa de scripts, mas, para salvar seu tempo, baixe aqui uma coleção completa com diversas listas, que salvará seu tempo e navegação; então, mova os arquivos .tpl para o caminho %LocalAppData%\Internet Explorer\Tracking Protection.


Para aplicar as listas, é necessário editar o arquivo Lists.reg em um bloco de notas, substituindo o usuário Bruno A. Vieira pelo nome do usuário do sistema. A imagem acima exemplifica a substituição para o usuário Teste. Salvando as alterações, pode fazer a importação do arquivo de registro.

Dando tudo certo, as listas deverão ser exibidas na seção correspondente do Gerenciador de Complementos do IE do respectivo usuário.



Pinball


O clássico 3D Pinball, desenvolvida pela Maxis, que deu suas caras pela primeira vez no Windows 95 (vindo com o pacote Microsoft Plus!), foi visto pela última vez no Windows XP. Caso você tenha nostalgia pelo jogo, ou queira conhecê-lo, é possível instalá-lo nas versões mais recentes do Windows, baixando o pacote aqui, e extraindo-o, de preferência, na pasta "C:\Program Files\Windows NT" (para sistemas baseados em 32 bits) ou "C:\Program Files (x86)\Windows NT" (para sistemas baseados em 64 bits), que é o caminho original dos arquivos extraídos do SO de 2001.
Pinball 3D executado no Windows 7 SP1.

Windows Movie Maker

Windows Movie Maker 6 no Windows 7 SP1.

Mesmo sendo simples e um pouco limitado, o Movie Maker, editor básico de vídeo que apareceu primeiramente no rejeitado Windows ME, pode ser útil em diversas situações. Desde o Windows 7, ele já não vem de forma nativa no sistema, sendo necessário instalar o componente do pacote Windows Essentials, que falarei mais adiante. Caso você não goste da versão do Essentials, é possível instalar a versão 6 (presente originalmente no Windows Vista) no 7, 8.x e 10. Basta baixar o pacote aqui e colar os arquivos correspondentes à arquitetura correta de seu computador na pasta "C:\Program Files" (os arquivos foram extraídos do Windows Vista com Service Pack 2 PT-BR, nas suas respectivas arquiteturas).

É muito importante registrar as DLLs do programa, usando o comando "regsvr32", num terminal (CMD) em modo administrativo. Provavelmente, DLLs como MOVIEMK, OmdProject e PipeTran irão dar erro, o que é normal, e que não comprometerá o funcionamento do programa em si. (Observação: no final de Abril de 2016, foi identificada uma brecha que envolve o comando regsvr32; mais informações, clique aqui).
Prompt de Comando (CMD) no Windows 7 SP1, com o comando "regsvr32" sendo executado.

Na versão 32 bits da pasta, ele vem com o básico Criador de DVD, que pode ser uma mão na roda para quem tem o Windows 7 Starter ou Home Basic, que não possuem o componente disponível de forma nativa.
Criador de DVD do Windows (extraído do Windows Vista SP2) no Windows 7 Starter SP1.

Aviso: Para os programas funcionarem, é necessário ter o suporte adequado ao vídeo, como chip gráfico integrado ou placa de vídeo (caso seu SO esteja com os recursos de transparência e outros do Windows Aero habilitado, provavelmente sua máquina tem suporte para rodá-los). Caso contrário, irá aparecer estas mensagens ao tentar executá-los:
Mensagem de erro do Windows Movie Maker 6.

Mensagem de erro do Criador de DVD do Windows (extraído do Windows Vista SP2).

Caso você não tenha condições de executar o Movie Maker 6, ainda pode baixar a versão 2.6 do programa aqui, aqui ou aqui (em seguida, instale esta atualização).

Windows Essentials


Lançado em 2007 como Windows Live Essentials, é uma suíte que adiciona alguns recursos, como a Galeria de Fotos, um gerenciador de Emails, o Movie Maker, o Messenger (não recomendo sua instalação, já que o suporte ao programa já foi cessado), entre outros. A versão mais recente é a 2012 (16.4.3528.331), que pode ser baixada em sua forma offline aqui.

Avisos:
  • O Windows Mail não suporta os novos protocolos introduzidos com o Outlook.com desde Fevereiro de 2016 . Mais informações, leia aqui.
  • Uma alternativa ao já ultrapassado Windows Live Writer, gerenciador de blogs presente desde as primeiras versões da suite, é o projeto de código aberto Open Live Writer, gerenciado pela .NET Foundation (divisão da Microsoft responsável pelas versões open source do .NET Framework, Xamarin, Code, PowerShell, entre outros), compatível com Windows 7 SP1 ou superior (por enquanto, a aplicação está somente em inglês, mas o suporte para mais idiomas está previsto para a versão 1.0, que será lançado em breve - qualquer novidade, atualizarei esta informação).
  • Como prometido, o suporte ao Windows Essentials 2012 foi encerrado em 17 de Janeiro de 2017. Mais informações, veja aqui.
Janela de seleção de componentes do Windows Essentials 2012.

Galeria de Fotos 2012 no Windows 7 SP1.

Movie Maker do Windows Essentials no Windows 7 SP1.

O Windows Live Messenger (conhecido como MSN Messenger ou só Messenger) foi descontinuado em 2013 e, por esta razão, já não funciona mais. Tudo isto em favor do Skype, famoso programa de chamadas de vídeo e conversação, que foi adquirida pela Microsoft em 2011, adicionando o suporte em logar com a Conta da Microsoft e tentando suprir os recursos do antigo mensageiro, apesar de ainda não ter caído no gosto do público. Para baixar o instalador completo, clique aqui (EXE) ou aqui (MSI). Para mais informações, acesse esta página.
Skype (versão Desktop) no Windows 7 SP1.

EMET

Janela principal do EMET 5.52 no Windows 7 com Service Pack 1.

O Enhanced Mitigation Experience Toolkit (Ferramenta de Experiência Aprimorada de Mitigação, traduzido livremente), é um anti-exploit criado pela Microsoft, que habilita barreiras de proteção no sistema e protege contra certas vulnerabilidades que podem surgir (como a que envolve o GodMode do Painel de Controle, que pode ser melhor entendida aqui). Para dar uma proteção a mais ao seu computador (principalmente se você não aderiu ao Windows 10), é recomendável instalá-lo, cuja versão mais recente pode ser baixada aqui. Infelizmente, ele está disponível só em Inglês. Mais informações, clique aqui.

Atualização: Infelizmente, dia 3 de Novembro de 2016, a Microsoft anunciou que o EMET será descontinuado, cujo suporte à versão mais recente foi estendido em mais 18 meses, se encerrando após 31 de Julho de 2018, devido a cenários desfavoráveis relacionados ao anti-exploit, que levou a vários de seus recursos ser implementados no Windows 10. Mais informações podem ser encontradas aqui.

Mesmo com o apelo da CERT, que pediu que a Microsoft revisse sua decisão, à medida que o Windows 10 vai ficando cada vez mais refinado, considerando a implementação do Windows Defender Exploit Guard, a partir da versão 1709 (mais informações leia aqui), a tendência é que a empresa de Redmond realmente não volte atrás em sua decisão. Desta forma, uma das melhores alternativas no mercado é o Malwarebytes Anti-Exploit.

Classic Shell

Tela de apresentação do Classic Shell.

Cheguei a citá-lo no artigo sobre o Windows 95. Este programa adiciona o Menu Iniciar Clássico (dos Windows 9x/ME, NT 4/2000) e o Menu do Windows XP ao Windows 7 e posteriores (No Windows 8/8.1 ele também adiciona o Menu Iniciar do 7 para estes sistemas). Para baixar o programa, clique aqui.
Menu Iniciar Clássico com visual do Windows Aero.

Menu Iniciar Clássico no Windows 7 Starter.

Menu Iniciar versão XP com visual do Windows Aero.

Menu Iniciar versão XP com visual Prateado.

Logon Screen

Tela de apresentação do Logon Screen.

Este programa (o melhor que eu encontrei do gênero) possibilita a troca de papel de parede na Tela de Logon/Bloqueio do Windows 7, de uma forma bastante natural, organizada, dando a impressão que está integrado ao sistema. Recomendo a instalação da versão 2.56, cujo arquivo pode ser baixado aqui, e ignorar, por enquanto, as notificações de atualização (a versão 3, que é a mais recente, não possui uma boa tradução, podendo ter seu uso bastante confuso. Qualquer novidade, atualizarei este artigo).
Tela de bloqueio no Windows 7 Starter com a tela de fundo alterada pelo Logon Screen.


Aero Blend

Tela de apresentação do Aero Blend.

Também o melhor do gênero que eu encontrei até então, ele possibilita a transição automática de cores das janelas do Windows Aero, de acordo com a cor predominante do papel de parede (função disponível de forma nativa somente no Windows 8.1 e Windows 10). Pode ser instalado no Windows 7 e Windows 8, baixando o arquivo aqui.
Perceba a mudança de cor das janelas do Windows Aero, proporcionado pelo Aero Blender.

Para habilitar o funcionamento automático do AeroBlend ao inicializar, não esqueça de habilitar a opção de atalho na pasta 'Inicializar', no ato da instalação, como mostra a imagem abaixo:
Marcando a opção "Startup Shortcut", adicionará um atalho do AeroBlend na pasta Inicializar, do Menu Iniciar, possibilitando sua execução automática.

Clover

Tela de apresentação do Clover.

Este programa adiciona guias (semelhantes aos do Google Chrome) ao Windows Explorer, aumentando a praticidade de acesso aos arquivos, não precisando abrir várias janelas para fazer o que você precisa. Para baixá-lo, clique aqui.
Windows Explorer do Windows 7 com o Clover habilitado.

Windows Media Player

Windows Media Player 12 no Windows 7 SP1.

Presente no Windows 7 na versão 12, o reprodutor de mídias da Microsoft, cujo desenvolvimento está abandonado faz alguns anos, possui, dentre outros recursos, a reprodução de DVDs (diferentemente das versões presentes no Windows 8/8.1 e 10, que, apesar de estar com a mesma versão do WMP, precisa de outros programas para realizarem esta função, como o Windows Media Center ou o simplório Windows DVD Player).
Editor de Registro (regedit) no Windows 7 SP1.

Somente no SO de 2009, é possível trocar o fundo padrão do programa, escolhendo entre fundos pré definidos, que podem ser configurados pelo registro, manipulando no regedit, no caminho "HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\MediaPlayer\Preferences", o valor "LibraryBackgroundImage", entre 0 e 6 (onde 6 é o padrão). Atenção: só mexa no registro se souber o que está fazendo, pois é um recurso que, se mau utilizado, pode danificar o sistema.
Windows Media Player 12 no Windows 7 SP1 com a tela de fundo alterada (opção 1).

Fique atento às atualizações do WMP disponibilizadas pelo Windows Update, que, apesar de geralmente ser Opcionais, elas podem ser interessantes, já que aumentam a segurança e confiabilidade do recurso.

Teclado

Caso a barra de teclado, presente na barra de tarefas, seja um incômodo para você, é possível desabilitá-lo, clicando com o botão direito na opção "Configurações"; navegando na Guia Barra de Idiomas; na seção de mesmo nome, clicando em Oculta, como mostra as imagens a seguir.


Salvar como PDF

Um recurso adicionado pela Microsoft no Windows 10 permite salvar uma página da internet ou qualquer outro recurso que possua a opção de imprimir, em formato PDF, através da opção "Microsoft Print to PDF". Considerando que este recurso não vem nativamente nas versões anteriores do Windows, é possível adicioná-lo através de programas de terceiros. Um destes programas que irei demonstrar é o CutePDF Writer.

Ele é um complemento que funciona junto com o Ghostscript, um script que realiza a conversão de elementos para o formato PDF (PS2PDF). Por isso, é necessário instalá-lo. Para baixar a versão mais recente, clique aqui.
Após executar o arquivo converter.exe, o Assistente de instalação do Ghostscript é iniciado. Para instalá-lo, clique em Setup.

Então os arquivos de instalação serão copiados para uma pasta temporária.

Em seguida, o Ghostscript é instalado.

Com isso, já dá para instalar o CutePDF Writer. Para baixar o programa, clique aqui.
Executando o arquivo "CuteWriter.exe", o Assistente de instalação do programa será iniciado. Clique em 'Next' para avançar.

Se estiver tudo certo, marque a opção que corresponde à aceitação do contrato de uso, e 'Next'.

Então, é só clicar em 'Install' para efetuar o procedimento.

E o programa será instalado. O assistente abrirá uma página da internet e encerrará automaticamente.

Agora, se quiser salvar alguma página da internet ou relatórios e similares de algum programa, é só selecionar a opção "CutePDF Writer" na janela de impressão (lembrando que o Google Chrome e derivados já oferecem uma opção dedicada).

Assim, o programa exibirá uma janela para escolher onde você gostaria de salvar o arquivo gerado (dependendo do tamanho do conteúdo, o programa acabe não suportando e trave).

E dá para visualizar a opção na seção de Dispositivos e Impressoras do Windows 7, podendo renomeá-la, se preferir, para um nome que facilite sua identificação (no exemplo acima, renomeei para 'Salvar como PDF').

Por último, fique atento às últimas atualizações do Flash Player (Active-X [1]; NPAPI [2]; PPAPI [3] e mais [4]), do AIR, do Unity Web Player, do Silverlight, do seu Antivírus e das Atualizações do Windows (mas, particularmente, não recomendo a instalação das atualizações que são informadas aqui, aqui e aqui).
  • [1] - Internet Explorer (Do Windows 8.1 em diante, o plugin é atualizado via Windows Update, podendo também ser instalado manualmente, configurando o modo de compatibilidade para o Windows 7, se desejar).
  • [2] - Firefox e outros navegadores derivados do da Mozilla (Pale Moon, Waterfox, etc.).
  • [3] - Para o Chrome e derivados (Opera, Vivaldi, Brave, etc.), se necessário.
  • [4] - Foi anunciado que o plugin será descontinuado em Dezembro de 2020 para todas as plataformas suportadas; por isso, fique atento.

Enfim, espero que estas dicas possam te ajudar a aproveitar melhor seu computador e, caso você queira criticar, dar sugestões ou expressar sua opinião, não deixe de comentar logo abaixo.

No mais, até a próxima.